Deu no Jornal Nacional de ontem (27/3), já está nos sites e, nesta sexta-feira, estará nos principais jornais do país: o consórcio Via Amarela, responsável pela construção da linha 4 do metrô de São Paulo, anunciou que a culpa pelo acidente de 12 de janeiro de 2007 – que criou uma gigantesca cratera no local onde seria construída a futura estação Pinheiros e culminou na morte de sete pessoas – é de uma rocha! Uma rocha gigante, para ser mais preciso.
Nunca é demais divulgar – como fez a reportagem do UOL – que o mencionado consórcio é integrado pelas empresas OAS, CBPO (grupo Odebrecht), Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez*. É que a imprensa, de um modo geral, costuma tratar o caso apenas se referindo ao consórcio, sem mencionar as empreiteiras responsáveis por sua formação.
A conclusão de que a culpa é da rocha e de que o desabamento foi uma “fatalidade” está em um laudo geológico encomendado pelo próprio consórcio e elaborado pelo engenheiro Nick Barton (britânico, segundo o UOL ou norueguês, de acordo com a Globo). A rocha teria 15 mil toneladas e não foi detectada pelas perfurações realizadas “por azar”. Para Márcio Pellegrini, diretor do consórcio: “Nada teria impedido o acidente. Todos os métodos conhecidos existentes teriam falhado.”
Na edição nº 21 de Direito na Mídia (23/1/07) comentávamos: “Merecem relevo também os debates sobre os culpados pelo desabamento e os responsáveis pelas indenizações, se o Estado, as empresas que integram o Consórcio Via Amarela ou São Pedro!”, deixando a seguinte pergunta em aberto: “quem responderá pelos enormes prejuízos que a cidade de São Paulo vem sofrendo, com seguidas interdições da Marginal do Rio Pinheiros e outras importantes vias urbanas?”.
Pelo laudo divulgado na noite de ontem, a questão permanece sem resposta.
Em tempo: numa rápida pesquisa na internet, somente o UOL relacionou as empreiteiras envolvidas na obra. Os sites G1 (Globo), Terra, Folha Online, Último Segundo (IG) e Estadão.com, além do próprio Jornal Nacional, apenas fazem referência ao consórcio Via Amarela. Como o consórcio sequer possui site, o nome das empresas praticamente não é atingido pelas notícias negativas da cratera do metrô paulistano.
* Há reportagens antigas que afirmam que a empresa Alstom também participa do consórcio. Como a Alstom fabrica trens, sistemas de sinalização e centros de controle operacional, acreditamos que ainda não estava atuando na época do desabamento.
sexta-feira, 28 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Justiça Federal lança revista
Ocorre nesta quinta-feira, 27/3, com as presenças dos ministros Raphael de Barros Monteiro, presidente do STJ e Gilson Dipp, coordenador-geral da Justiça Federal, o lançamento da revista Via Legal, produzida pelo Centro de Produção da Justiça Federal.A revista – homônima do programa do Conselho da Justiça Federal (CJF) na TV Justiça – trará matérias sobre as principais decisões judiciais e administrativas proferidas pela Justiça Federal.
O Centro de Produção da Justiça Federal é formado pelas assessorias de comunicação dos cinco tribunais regionais federais e do próprio CJF.
Assim que tivermos a edição nº 1 em mãos, publicaremos aqui nossas impressões.
Indicação: revista Visão Jurídica
Indicado por um amigo jornalista, comprei a revista Visão Jurídica, numa banca do centro de São Paulo. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que o periódico já está na 23ª edição!
Os destaques da atual edição são uma entrevista com o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e as reportagens "Como começar do zero" sobre recém-formados que planejam montar escritório próprio e "A indústria do dano moral".
A Visão Jurídica ainda não tem site, mas possui um blog http://revistavisaojuridica.blogspot.com. Indicamos, no blog, a leitura da entrevista com o ministro aposentado do STF e ex-juiz da Corte de Haia, Francisco Rezek.
"Já é criminosa a ocupação militar de território estrangeiro, a pretexto de defender direitos humanos de minorias, de restaurar a democracia ou, ainda, de procurar armas de destruição em massa que se sabe não existir. Agora, continuar com a ocupação, favorecendo uma guerra civil também é crime. Assim como montar tribunais e governos de fancaria." - Francisco Rezek (foto: site do Tribunal Superior Eleitoral)
Os destaques da atual edição são uma entrevista com o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e as reportagens "Como começar do zero" sobre recém-formados que planejam montar escritório próprio e "A indústria do dano moral".
A Visão Jurídica ainda não tem site, mas possui um blog http://revistavisaojuridica.blogspot.com. Indicamos, no blog, a leitura da entrevista com o ministro aposentado do STF e ex-juiz da Corte de Haia, Francisco Rezek.
"Já é criminosa a ocupação militar de território estrangeiro, a pretexto de defender direitos humanos de minorias, de restaurar a democracia ou, ainda, de procurar armas de destruição em massa que se sabe não existir. Agora, continuar com a ocupação, favorecendo uma guerra civil também é crime. Assim como montar tribunais e governos de fancaria." - Francisco Rezek (foto: site do Tribunal Superior Eleitoral)
terça-feira, 18 de março de 2008
Prisão civil do depositário infiel prestes a cair
Na última quarta-feira (12/3), em sessão plenária, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela inconstitucionalidade da prisão civil do depositário infiel. Três casos estão sendo julgados, de forma conjunta, pelo STF: os recursos extraordinários RE 349.703 e RE 466.343 e o habeas corpus HC 87.585.
Entendeu o ministro Celso de Mello que os tratados sobre direitos humanos dos quais o Brasil seja signatário integram nosso ordenamento jurídico na qualidade de norma constitucional. Assim, votou pela concessão da ordem no HC e pela negativa de provimento aos recursos extraordinários, ambos interpostos por instituições financeiras (Itaú e Bradesco) visando a prisão dos devedores.
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista nas três ações.
A situação atual dos processos é a seguinte:
1. HC 87.585: dois votos pela concessão da ordem (2 x 0 pela impossibilidade de prisão);
2. RE 349.703: cinco votos negando provimento ao recurso, um não o conhecendo e dois pelo provimento (6 x 2 pela impossibilidade de prisão);
3. RE 466.343: oito votos pelo não provimento do recurso (8 x 0 pela impossibilidade de prisão).
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Confira a íntegra do voto do ministro Celso de Mello no HC 87.585 (54 laudas em formato PDF).
Entendeu o ministro Celso de Mello que os tratados sobre direitos humanos dos quais o Brasil seja signatário integram nosso ordenamento jurídico na qualidade de norma constitucional. Assim, votou pela concessão da ordem no HC e pela negativa de provimento aos recursos extraordinários, ambos interpostos por instituições financeiras (Itaú e Bradesco) visando a prisão dos devedores.
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista nas três ações.
A situação atual dos processos é a seguinte:
1. HC 87.585: dois votos pela concessão da ordem (2 x 0 pela impossibilidade de prisão);
2. RE 349.703: cinco votos negando provimento ao recurso, um não o conhecendo e dois pelo provimento (6 x 2 pela impossibilidade de prisão);
3. RE 466.343: oito votos pelo não provimento do recurso (8 x 0 pela impossibilidade de prisão).
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Confira a íntegra do voto do ministro Celso de Mello no HC 87.585 (54 laudas em formato PDF).
Vale a leitura! (Edição nº 67)
– “Mato Grosso ‘divide’ com Justiça receita de tributos” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 16/3 (reproduzida no Migalhas);
– “OAB diz que protocolo é ‘absurdo’” e “Governador não vê ilegalidade” – Reportagens do Diário de Cuiabá de 18/3, repercutindo a denúncia da Folha;
– “Juizado especial demora até 8 meses para marcar 1ª audiência” – Matéria de O Estado de S.Paulo de 17/3;
– “Gilmar Mendes contemporiza relação entre Poderes ao tomar posse no STF” – Reportagem do Valor Econômico de 13/3 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Fusões fazem escritórios de advocacia acelerar ritmo” – Matéria do DCI de 13/3 (clipping da AASP);
– “Tributos prevalecem nos casos de repercussão do Supremo” – Reportagem do DCI de 11/3 (reproduzida na Revista Contábil Fiscolegis).
– “OAB diz que protocolo é ‘absurdo’” e “Governador não vê ilegalidade” – Reportagens do Diário de Cuiabá de 18/3, repercutindo a denúncia da Folha;
– “Juizado especial demora até 8 meses para marcar 1ª audiência” – Matéria de O Estado de S.Paulo de 17/3;
– “Gilmar Mendes contemporiza relação entre Poderes ao tomar posse no STF” – Reportagem do Valor Econômico de 13/3 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Fusões fazem escritórios de advocacia acelerar ritmo” – Matéria do DCI de 13/3 (clipping da AASP);
– “Tributos prevalecem nos casos de repercussão do Supremo” – Reportagem do DCI de 11/3 (reproduzida na Revista Contábil Fiscolegis).
segunda-feira, 17 de março de 2008
Indicação de blogs
Gostaria de indicar a leitura de dois blogs que conheci no último final de semana.
O primeiro é o blog do desembargador Wálter Maierovitch, colunista de Carta Capital e comentarista da rádio CBN. Maierovitch comenta assuntos dos mais diversos, ligados sobretudo ao Direito Internacional. A repressão chinesa no Tibete, a possível extradição do traficante Juan Carlos Abadia e a criminalização do usuário de maconha estão entre os temas recentemente abordados.
O outro é o blog do Fragale, do juiz do Trabalho Roberto Fragale Filho que, em curtas notas, debate assuntos jurídicos e ligados à educação (em especial cursos jurídicos), além de trazer links para diversos estudos estrangeiros.
O primeiro é o blog do desembargador Wálter Maierovitch, colunista de Carta Capital e comentarista da rádio CBN. Maierovitch comenta assuntos dos mais diversos, ligados sobretudo ao Direito Internacional. A repressão chinesa no Tibete, a possível extradição do traficante Juan Carlos Abadia e a criminalização do usuário de maconha estão entre os temas recentemente abordados.
O outro é o blog do Fragale, do juiz do Trabalho Roberto Fragale Filho que, em curtas notas, debate assuntos jurídicos e ligados à educação (em especial cursos jurídicos), além de trazer links para diversos estudos estrangeiros.
O caso do juiz preso após sair em Caras
Ícone entre celebridades e candidatos(as) ao estrelato, a revista Caras (foto) já contribuiu com a Justiça argentina, sendo a responsável pela abertura de processo que culminou na prisão por seis anos do juiz Francisco Trovato. Trovato deixou-se fotografar pela revista - em 1995 - "ao lado de um luxuoso guarda-roupas avaliado em US$ 19 mil". De acordo com reportagem do Valor Econômico da última sexta-feira (14/3), com base em tal foto, promotores de justiça obtiveram a prova de antiga denúncia de suborno para favorecimento de uma empresa de elevadores processada pela morte de uma criança. Desencadeada pela reportagem de Caras, a investigação descobriu outros bens frutos de suborno recebidos pelo magistrado argentino.
A matéria do Valor, na verdade, tem seu foco no economista argentino Jorge Fontevecchia, dono do grupo Perfil, que edita a Caras em seu país, no Brasil, no Chile, no Peru, em Angola e na Rússia. Em terras brasileiras, a revista é a terceira de maior circulação, com 250 mil exemplares/mês, atrás apenas de Veja e Época.
A editora publica também o jornal Perfil, de circulação apenas nos finais de semana. Crítico dos governos Kirchner, o periódico está processando o Estado argentino junto ao Tribunal Interamericano da Organização dos Estados Americanos (OEA), acusando-o de discriminação da publicidade oficial: "esta é a única empresa que não recebe publicidade oficial, zero de publicidade oficial", afirmou o empresário.
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Confira a interessante reportagem "Fontevecchia, o economista que fatura com a 'Caras'" (reproduzida no Portal da América Latina);
Conheça a versão eletrônica do jornal Perfil;
Não foi possível encontrar na internet vesão aberta para a segunda parte da reportagem do Valor, intitulada "Ricos, famosos e um juiz que foi parar na cadeia". Para conhecer mais sobre a história do juiz Francisco Trovato - que foi preso no Brasil, em abril de 1998, e expulso do país - indicamos a leitura da edição de 24/4/98 do jornal Hoy, de La Plata (texto original em espanhol).
domingo, 16 de março de 2008
Um ponto não discutido na greve da AGU
Como vai ficar a defesa da União, de suas autarquias e fundações e até mesmo dos beneficiários da defensoria pública quando os advogados públicos federais encerrarem a paralisação, que atingiu hoje dois meses?
Os membros das carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União (AGU) estão em greve por reajuste salarial desde 17 de janeiro deste ano. Traduzindo, estão de braços cruzados os advogados da União, procuradores federais (incluídos os do INSS), procuradores da Fazenda Nacional, defensores públicos da União e procuradores do Banco Central (esta última categoria, a confirmar. Não localizamos, porém, nenhuma reportagem que indique que os procuradores do BC não participem do movimento).
Do que apuramos, apesar de a greve ter sido considerada ilegal pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (Rcl 5.798 - confira a íntegra da liminar), os processos em que atuam os advogados públicos federais estão parados.
Duas graves conseqüências foram levantadas pelo repórter Fernando Teixeira, do Valor Econômico. Diante da dificuldade - ou até mesmo impossibilidade - de obtenção de certidões negativas de débitos, empresas buscam o Judiciário para conseguir tais documentos, necessários para participação em licitações, tomada de empréstimos bancários e envio de dinheiro ao exterior, por exemplo. Ainda segundo o Valor, litigantes com ações transitadas em julgado não podem levantar seus depósitos em decorrência da não intimação da Fazenda Nacional.
Um ponto, todavia, não foi devidamente repercutido: quando a greve terminar, todas as ações hoje represadas devem retomar seu trâmite normal praticamente ao mesmo tempo. Conseguirão os grevistas dar conta de todas? O risco da perda de prazos ou, no mínimo, de atuações açodadas por parte dos advogados públicos vai aumentar significativamente, em especial levando-se em conta o elevado número de feitos envolvendo o INSS e a defensoria pública. É aguardar para ver.
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Confira a reportagem mencionada: "Certidões complicam cotidiano de empresas" (Valor Econômico de 11/3, reproduzida no site da Fiscolegis - Revista Contábil e Empresarial)
Os membros das carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União (AGU) estão em greve por reajuste salarial desde 17 de janeiro deste ano. Traduzindo, estão de braços cruzados os advogados da União, procuradores federais (incluídos os do INSS), procuradores da Fazenda Nacional, defensores públicos da União e procuradores do Banco Central (esta última categoria, a confirmar. Não localizamos, porém, nenhuma reportagem que indique que os procuradores do BC não participem do movimento).
Do que apuramos, apesar de a greve ter sido considerada ilegal pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (Rcl 5.798 - confira a íntegra da liminar), os processos em que atuam os advogados públicos federais estão parados.
Duas graves conseqüências foram levantadas pelo repórter Fernando Teixeira, do Valor Econômico. Diante da dificuldade - ou até mesmo impossibilidade - de obtenção de certidões negativas de débitos, empresas buscam o Judiciário para conseguir tais documentos, necessários para participação em licitações, tomada de empréstimos bancários e envio de dinheiro ao exterior, por exemplo. Ainda segundo o Valor, litigantes com ações transitadas em julgado não podem levantar seus depósitos em decorrência da não intimação da Fazenda Nacional.
Um ponto, todavia, não foi devidamente repercutido: quando a greve terminar, todas as ações hoje represadas devem retomar seu trâmite normal praticamente ao mesmo tempo. Conseguirão os grevistas dar conta de todas? O risco da perda de prazos ou, no mínimo, de atuações açodadas por parte dos advogados públicos vai aumentar significativamente, em especial levando-se em conta o elevado número de feitos envolvendo o INSS e a defensoria pública. É aguardar para ver.
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Confira a reportagem mencionada: "Certidões complicam cotidiano de empresas" (Valor Econômico de 11/3, reproduzida no site da Fiscolegis - Revista Contábil e Empresarial)
sexta-feira, 14 de março de 2008
Humor: receita de preparo de uma polêmica
- Passo 1: escolha um assunto que as pessoas gostem de discutir. Podem ser as "espiadinhas" do Big Brother Brasil ou o novo affair da celebridade da última novela das oito. No nosso exemplo, vamos selecionar o seguinte: remuneração. Afinal, todo mundo gosta de falar do salário dos outros.
- Passo 2: para dar gosto, acrescente um elemento especificador. Por exemplo, falemos sobre salário de servidores públicos, que está para o paladar do brasileiro, assim como feijoada com caipirinha aos sábados.
- Passo 3: adicione uma pitada de tempero picante. Por que não falar sobre os servidores mais bem remunerados? A repercussão será maior.
- Passo 4: bata tudo no liquidificador e, antes de levar ao forno, acrescente duas colheres (das de sopa) de algum ingrediente que dê liga à mistura. O chef recomenda a utilização das chamadas diárias. Como na iniciativa privada praticamente ninguém aufere diárias, explique no que consistem.
- Passo 5: ao servir, tempere com exemplos concretos de beneficiários que recebem as diárias sem motivo para tanto. Caso não seja possível, deixe subentendido na reportagem que, mesmo que o pagamento seja legal, haveria algo de errado.
- Passo final: agora é só servir e bon appétit. Confira o resultado: "Diárias permitem que juiz de SP ganhe mais que no STF"
- Sobremesa: uma boa refeição só está completa com uma sobremesa caprichada. Para o gran finale, uma entrevista com alguma autoridade para justificar o que o teor da reportagem tentou demonstrar ser injustificável: "Pagamento está na lei, diz procurador-geral"
______
PS 1 - Apesar de termos tratado o tema com ironia, para descontrair o final de semana, as matérias acima, da jornalista Lilian Christofoletti, publicadas na Folha de S.Paulo de 9/3, são sérias, bem escritas e possuem indiscutível relevância jornalística. Poderiam, é certo, constar de qualquer edição do jornal, deste, do próximo, ou de dois, três anos atrás.
PS 2 - Não consegui localizar na internet versões abertas das reportagens menciondas. Assim, não serão disponibilizados aqui os links. Assinantes da Folha ou do UOL podem localizá-las nas edições anteriores do matutino.
- Passo 2: para dar gosto, acrescente um elemento especificador. Por exemplo, falemos sobre salário de servidores públicos, que está para o paladar do brasileiro, assim como feijoada com caipirinha aos sábados.
- Passo 3: adicione uma pitada de tempero picante. Por que não falar sobre os servidores mais bem remunerados? A repercussão será maior.
- Passo 4: bata tudo no liquidificador e, antes de levar ao forno, acrescente duas colheres (das de sopa) de algum ingrediente que dê liga à mistura. O chef recomenda a utilização das chamadas diárias. Como na iniciativa privada praticamente ninguém aufere diárias, explique no que consistem.
- Passo 5: ao servir, tempere com exemplos concretos de beneficiários que recebem as diárias sem motivo para tanto. Caso não seja possível, deixe subentendido na reportagem que, mesmo que o pagamento seja legal, haveria algo de errado.
- Passo final: agora é só servir e bon appétit. Confira o resultado: "Diárias permitem que juiz de SP ganhe mais que no STF"
- Sobremesa: uma boa refeição só está completa com uma sobremesa caprichada. Para o gran finale, uma entrevista com alguma autoridade para justificar o que o teor da reportagem tentou demonstrar ser injustificável: "Pagamento está na lei, diz procurador-geral"
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PS 1 - Apesar de termos tratado o tema com ironia, para descontrair o final de semana, as matérias acima, da jornalista Lilian Christofoletti, publicadas na Folha de S.Paulo de 9/3, são sérias, bem escritas e possuem indiscutível relevância jornalística. Poderiam, é certo, constar de qualquer edição do jornal, deste, do próximo, ou de dois, três anos atrás.
PS 2 - Não consegui localizar na internet versões abertas das reportagens menciondas. Assim, não serão disponibilizados aqui os links. Assinantes da Folha ou do UOL podem localizá-las nas edições anteriores do matutino.
terça-feira, 11 de março de 2008
Vale a leitura! (Edição nº 66)
– “Justiça alivia a condenação de bancos” – Reportagem do DCI de 10/3 (clipping da AASP);
– “Morosidade mórbida – É difícil dizer ao cliente que ação vai levar oito anos” – Entrevista com Márcio Kayatt, presidente da AASP, no Consultor Jurídico de 9/3;
– “Ministério Público não é tucano, diz procurador-geral” – Entrevista com Rodrigo Pinho, procurador-geral de Justiça de SP, na Folha de S.Paulo de 9/3 (reproduzido na Rede Pró-Brasil);
– “Se Camões voltasse” – Crônica de Walter Ceneviva, para quem “se o voto de Ayres Britto fosse um poema épico, Camões voltaria para cumprimentar seu sucessor”, na Folha de 8/3 (clipping do Partido Democratas);
– “MEC vai investigar curso que aprovou garoto” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 7/3 (clipping da PUC-Campinas);
– “Ministro do Supremo defende legalização do ‘aborto seguro’” – Reportagem do Valor Econômico de 7/3 (clipping da AASP);
– “Brasil teve 409 mil grampos a pedido da Justiça em 2007” – Matéria da Agência Câmara de 6/3.
– “Morosidade mórbida – É difícil dizer ao cliente que ação vai levar oito anos” – Entrevista com Márcio Kayatt, presidente da AASP, no Consultor Jurídico de 9/3;
– “Ministério Público não é tucano, diz procurador-geral” – Entrevista com Rodrigo Pinho, procurador-geral de Justiça de SP, na Folha de S.Paulo de 9/3 (reproduzido na Rede Pró-Brasil);
– “Se Camões voltasse” – Crônica de Walter Ceneviva, para quem “se o voto de Ayres Britto fosse um poema épico, Camões voltaria para cumprimentar seu sucessor”, na Folha de 8/3 (clipping do Partido Democratas);
– “MEC vai investigar curso que aprovou garoto” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 7/3 (clipping da PUC-Campinas);
– “Ministro do Supremo defende legalização do ‘aborto seguro’” – Reportagem do Valor Econômico de 7/3 (clipping da AASP);
– “Brasil teve 409 mil grampos a pedido da Justiça em 2007” – Matéria da Agência Câmara de 6/3.
Projeto cria "quase-advogados"
É de autoria do deputado federal Walter Brito Neto (PRB-PB) o Projeto de Lei 2.567/2007, pelo qual bacharéis não aprovados no Exame da Ordem dos Advogados poderão atuar perante os Juizados Especiais Cíveis e Criminais.
A exigência de aprovação no exame é "exagerada no caso dos juizados", afirmou o deputado paraibano, para quem a medida não ocasionaria graves prejuízos para a ordem jurídica e serviria de "treino" para os futuros advogados.
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As informações são da Agência Câmara.
Divulgamos, em 25 de fevereiro passado, projeto de lei do deputado Jair Bolsonaro que vai além, propondo o fim do Exame da Ordem. Ao que tudo indica, como o número de aprovações na OAB é sempre muito menor que o total de reprovados, os parlamentares devem ver no tema uma chance de conseguir um eleitorado cativo.
PS - Acabo de conferir, no site da Câmara, que o jovem autor do projeto de lei em questão possui segundo grau completo e cursa Direito e Administração.
A exigência de aprovação no exame é "exagerada no caso dos juizados", afirmou o deputado paraibano, para quem a medida não ocasionaria graves prejuízos para a ordem jurídica e serviria de "treino" para os futuros advogados.
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As informações são da Agência Câmara.
Divulgamos, em 25 de fevereiro passado, projeto de lei do deputado Jair Bolsonaro que vai além, propondo o fim do Exame da Ordem. Ao que tudo indica, como o número de aprovações na OAB é sempre muito menor que o total de reprovados, os parlamentares devem ver no tema uma chance de conseguir um eleitorado cativo.
PS - Acabo de conferir, no site da Câmara, que o jovem autor do projeto de lei em questão possui segundo grau completo e cursa Direito e Administração.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Confusão na OAB-DF (*)
O jornal Correio Braziliense deste domingo (9/3) dá grande destaque ao que nomeou de "rede de intrigas" na seccional brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF).
A história tem ingredientes "apimentados" e envolve, além de personagens da própria OAB-DF (a atual presidente, o vice afastado no final de 2007, três oposicionistas derrotados nas duas últimas eleições, examinadores do Exame da Ordem e uma funcionária graduada da entidade), o Ministério Público Federal (MPF) e as Polícias Civil e Federal (PF).
De acordo com o Correio, tudo começou quando a PF e o MPF começaram a investigar fraudes no Exame da Ordem no DF, inclusive com entrega de provas em branco que posteriormente apareceram preenchidas; investigações internas da OAB-DF também constataram falhas e integrantes da Comissão de Exame - incluído o vice-presidente da seccional - foram afastados. Nove examinadores e 137 candidatos aprovados desde 2004 responderão a processos administrativos.
A funcionária afastada por conta das denúncias teria sido procurada - ou "perseguida", como frisa o matutino - pelos advogados que fazem oposição à atual gestão para que acusasse seu ex-chefe e a presidente da seccional, Estefânia Viveiros, em troca de pedido de perdão judicial ao Ministério Público. Sentindo-se amaçada, a funcionária procurou a Polícia Civil, que gravou (áudio e imagens) dois encontros dela com os advogados...
No site do Correio Braziliense, somente está liberada para não assinantes a primeira parte da extensa reportagem: "PF investiga rede de intrigas na OAB-DF".
O Centro de Mídia Independente (CMI-Brasil) publicou a reportagem na íntegra, embora com uma formatação que deixe muito a desejar e dificulte um pouco a leitura. Quem quiser conferir, basta clicar aqui (para ler a reportagem indicada, baixe a tela até onde está escrito "O NOVO CAPÍTULO, DE 09.03.08).
Procuraremos, durante a semana, disponibilizar outros links para a matéria completa.
_______
* Atualização de 11/3 às 16h:
O site Migalhas publicou a íntegra da reportagem acima, acrescida do complemento publicado no Correio Braziliense na edição de segunda-feira, dia 10/3. Para ler, clique aqui. A formatação é bem mais agradável que a do CMI-Brasil.
A história tem ingredientes "apimentados" e envolve, além de personagens da própria OAB-DF (a atual presidente, o vice afastado no final de 2007, três oposicionistas derrotados nas duas últimas eleições, examinadores do Exame da Ordem e uma funcionária graduada da entidade), o Ministério Público Federal (MPF) e as Polícias Civil e Federal (PF).
De acordo com o Correio, tudo começou quando a PF e o MPF começaram a investigar fraudes no Exame da Ordem no DF, inclusive com entrega de provas em branco que posteriormente apareceram preenchidas; investigações internas da OAB-DF também constataram falhas e integrantes da Comissão de Exame - incluído o vice-presidente da seccional - foram afastados. Nove examinadores e 137 candidatos aprovados desde 2004 responderão a processos administrativos.
A funcionária afastada por conta das denúncias teria sido procurada - ou "perseguida", como frisa o matutino - pelos advogados que fazem oposição à atual gestão para que acusasse seu ex-chefe e a presidente da seccional, Estefânia Viveiros, em troca de pedido de perdão judicial ao Ministério Público. Sentindo-se amaçada, a funcionária procurou a Polícia Civil, que gravou (áudio e imagens) dois encontros dela com os advogados...
No site do Correio Braziliense, somente está liberada para não assinantes a primeira parte da extensa reportagem: "PF investiga rede de intrigas na OAB-DF".
O Centro de Mídia Independente (CMI-Brasil) publicou a reportagem na íntegra, embora com uma formatação que deixe muito a desejar e dificulte um pouco a leitura. Quem quiser conferir, basta clicar aqui (para ler a reportagem indicada, baixe a tela até onde está escrito "O NOVO CAPÍTULO, DE 09.03.08).
Procuraremos, durante a semana, disponibilizar outros links para a matéria completa.
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* Atualização de 11/3 às 16h:
O site Migalhas publicou a íntegra da reportagem acima, acrescida do complemento publicado no Correio Braziliense na edição de segunda-feira, dia 10/3. Para ler, clique aqui. A formatação é bem mais agradável que a do CMI-Brasil.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Parte final: O pedido de vista e os bastidores
O boletim Direito na Mídia havia previsto, na última edição, que ontem seria apenas o início do julgamento, por serem freqüentes os pedidos de vista em temas tão sensíveis. Alguns jornais já divulgavam, na quarta-feira pela manhã, a opinião do ministro Marco Aurélio, para quem era provável que seu colega, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, pedisse vista . A previsão se concretizou. Justificando que “o dever da Suprema Corte de um país, quando tem de julgar temas dessa natureza, é fazer uma reflexão profunda, com tempo, com análise dos autos, para que possam ser sopesados todos os argumentos que foram apresentados, incluída a audiência pública que foi realizada”, o ministro Menezes Direito (foto de José Cruz, Agência Brasil) pediu vista dos autos.A presidente, ministra Ellen Gracie, adiantou seu voto, destacando que a ADI foi interposta há três anos e que, mesmo não havendo medida cautelar deferida, as pesquisas científicas, desde então, ou foram paralisadas ou sofreram grande desestímulo. Lembrou ainda da existência de nada menos que 565 processos na fila para julgamento do Pleno e acompanhou o voto do relator.
Para a presidente, o Supremo “não é uma academia de ciências” e prosseguiu: “não há vício de inconstitucionalidade na lei, nem se lhe pode opor a garantia da dignidade da pessoa humana, nem a garantia da inviolabilidade da vida, pois o pré-embrião não acolhido no útero não se classifica como pessoa”.
Confira a íntegra do voto da ministra Ellen Gracie (arquivo em PDF).
A antecipação de voto da ministra Ellen levou o ministro Marco Aurélio a questionar se essa postura seria um indicativo de que a imprensa estaria correta e a ministra iria mesmo se aposentar ao término de seu mandato na Presidência do Supremo (abril de 2008). A presidente negou tal intuito, mas o que se apurou é que ela deve realmente sair do STF quando deixar a Presidência da Corte. Os jornais especulam que o destino será o Tribunal Internacional de Justiça, a Corte de Haia, na Holanda, mas Direito na Mídia ouviu ontem , de algumas fontes, que a ministra poderá ocupar um cargo diplomático no Velho Continente. A confirmar...
Parte 4: O voto do relator

(Ministro Carlos Ayres Britto, foto de José Cruz, Agência Brasil)
Após merecido intervalo, a sessão foi reiniciada, faltando cinco minutos para as 17h, com a leitura do voto do relator. O ministro Carlos Ayres Britto levou quase duas horas na leitura, alternando momentos mais cansativos de citações de cientistas com tiradas bem colocadas, que levaram à platéia a discretos risos. Iniciou lembrando os 5 milhões de brasileiros portadores de alguma doença degenerativa e os 10 a 15 milhões de diabéticos e afirmou que só podem ser consideradas pessoas as que sobrevivem ao parto, nos termos do art. 2º do Código Civil: “a vida humana vai do nascimento com vida até a morte”.
Para Britto, “a Constituição Federal não diz quando começa a vida e não dispõe sobre o ‘antes’. Ela só fala do indivíduo, pessoa, gente, o ser humano já nascido, os residentes no país e não residentes em útero materno ou em tubos de ensaio. A Constituição, sobre o início da vida, é de um silencia de morte”. Distinguiu as figuras do nascituro e do embrião: “nascituro é quem está a caminho do nascimento, o que está do lado de fora do ventre materno não é nascituro. Embrião, feto e pessoa são inconfundíveis”.
Enquanto Fonteles e Ives Gandra acompanhavam com indisfarçável incômodo, prosseguia o relator: “o zigoto, sozinho, não se transforma em pessoa, não chega à fase de nidação. O congelamento ofende a dignidade do embrião. Aliás, a lei não veicula autorização para retirar do corpo da mulher um embrião, mas sim dos que estão fora do corpo. São embriões que não saíram e nem vão ser introduzidos no corpo da mulher”.
Lembrou a frase do ministro Celso de Mello, de que a causa em julgamento é a mais importante da história do Supremo e questionou o destino dos embriões: “ficarão em prisão perpétua? Ou serão jogados no lixo?”. Concluiu seu voto julgando totalmente improcedente a ação: “A Lei de Biossegurança protege o embrião. O que a Constituição autorizou, a lei perfilhou e o que proibiu, idem. Não há cérebro, nem mesmo em formação” e reforçou a idéia inicial: “a vida humana está entre o nascimento com vida e a morte cerebral”.
Mesmo sem adiantar seu voto, o decano do Supremo, ministro Celso de Mello pediu a palavra para fazer um registro e definir como “antológico” o voto do relator, que fará parte dos anais da Suprema Corte e será sempre lembrado, “até pelas gerações futuras”, por representar “a aurora de um novo tempo de esperança”.
Confira a íntegra do voto do ministro Carlos Ayres Britto (arquivo em PDF).
Parte 3: As sustentações orais
Além do procurador-geral da República, se manifestaram como partes o advogado-geral da União e Leonardo Mundim, advogado do Congresso Nacional. Ambos defenderam a Lei de Biossegurança, aprovada por 96% dos senadores e 85% dos deputados federais e sancionada pelo Presidente Lula. As sustentações que mais chamaram a atenção dos presentes, contudo, foram as dos amicus curiae. Espectadores e ministros ouviram com especial atenção as argumentações dos grandes causídicos Ives Gandra Martins (pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB), Oscar Vilhena Viera (pela Conectas) e Luís Roberto Barroso (pela Movitae e Anis).
Para Ives Gandra, a posição defendida pela CNBB não é só da Igreja, mas sim da sociedade, afastando qualquer disputa entre ciência e religião. “A Academia de Ciências do Vaticano tem 29 prêmios Nobel”, destacou e se posicionou pelas pesquisas somente com células-tronco adultas, que teriam pluripotencialidades semelhantes às embrionárias que, em dez anos de pesquisas, não apresentaram “nenhum resultado positivo”, enquanto já existiriam 73 terapias estudadas com as células adultas, “até mesmo cura de câncer”. Sobre o que fazer com os embriões congelados, Gandra indicou a adoção de tais embriões e criticou uma lei que pode ter sido criada só para solucionar o problema de clínicas de fertilização.
Toffoli, chefe da AGU, colocou que são dois valores constitucionais em jogo, sustentando que, embora não se possa dizer o momento certo de início da vida, o Código Civil define pessoa a partir do nascimento com vida e o Código Penal também dá tratamento muito diferenciado, ao prever pena mínima de seis anos para o homicídio simples e de três anos para o aborto provocado sem consentimento: “por que a diferença, se são duas vidas? A lei não trata o feto como pessoa humana, o que falar do embrião, que sequer feto é”. Argumentou, por fim, que as pessoas com dinheiro irão se tratar no exterior, enquanto os outros se socorrerão da Justiça, pedindo que o Estado pague para elas, fora do país, o tratamento que o Judiciário proibiu aqui.
Leonardo Mundim voltou sua atenção para o futuro, que deve ser escrito sobre três prismas: responsabilidade, estímulo às pesquisas científicas e esperança. Atacou também o argumento da falta de resultados das pesquisas: “não ter resultados ainda não é motivo para proibição (das pesquisas com embriões), mas sim de incentivo à comunidade científica”.
Foi durante a sustentação de Oscar Vilhena Vieira que as alguns críticos das pesquisas começaram a se mostrar mais tensos. “A questão não é definir o começo da vida – a Corte Suprema dos EUA desistiu de dizer quando ela começa – mas sim de saber se o embrião pode ser comparado a uma pessoa”. E comparou: “a Constituição Federal não fez nenhuma referência à vida antes do nascimento e não há afronta grave à Constituição, porque a lei aqui questionada busca a otimização da vida”.
Luís Roberto Barroso era o mais esperado da tarde. Iniciou defendendo a sociedade pluralista e a diversidade de pensamentos: “Deus nos livre do pensamento e da moral única” e justificou: “a lei é equilibrada e razoável, as pesquisas só serão feitas se os casais autorizarem, quem não quiser, não será obrigado”. A polêmica foi maior ao se posicionar por uma definição filosófica e não científica do momento de início da vida, não sem destacar que tal questionamento seria irrelevante para esta discussão, “porque o direito brasileiro só admite o uso de embriões inviáveis ou congelados há mais de três anos, que não representam vida em potencial”.
Sobre os embriões congelados, Barroso sustentou que mantê-los perenemente congelados até o descarte ou jogá-los fora em vez de utilizá-los para pesquisas não seria ético: “se a ação for julgada procedente, as pesquisas serão cessadas, mas os embriões já existentes ficarão no mesmo lugar”. E finalizou: “todas as entidades científicas relevantes apóiam as pesquisas, a imprensa idem, inclusive em editoriais, e 75% da opinião pública é favorável. O Supremo não é um tribunal para si mesmo, ele faz interlocuções com a sociedade. Se a dúvida quanto à constitucionalidade for razoável, a decisão tem que ser favorável à lei”.
Para Ives Gandra, a posição defendida pela CNBB não é só da Igreja, mas sim da sociedade, afastando qualquer disputa entre ciência e religião. “A Academia de Ciências do Vaticano tem 29 prêmios Nobel”, destacou e se posicionou pelas pesquisas somente com células-tronco adultas, que teriam pluripotencialidades semelhantes às embrionárias que, em dez anos de pesquisas, não apresentaram “nenhum resultado positivo”, enquanto já existiriam 73 terapias estudadas com as células adultas, “até mesmo cura de câncer”. Sobre o que fazer com os embriões congelados, Gandra indicou a adoção de tais embriões e criticou uma lei que pode ter sido criada só para solucionar o problema de clínicas de fertilização.
Toffoli, chefe da AGU, colocou que são dois valores constitucionais em jogo, sustentando que, embora não se possa dizer o momento certo de início da vida, o Código Civil define pessoa a partir do nascimento com vida e o Código Penal também dá tratamento muito diferenciado, ao prever pena mínima de seis anos para o homicídio simples e de três anos para o aborto provocado sem consentimento: “por que a diferença, se são duas vidas? A lei não trata o feto como pessoa humana, o que falar do embrião, que sequer feto é”. Argumentou, por fim, que as pessoas com dinheiro irão se tratar no exterior, enquanto os outros se socorrerão da Justiça, pedindo que o Estado pague para elas, fora do país, o tratamento que o Judiciário proibiu aqui.
Leonardo Mundim voltou sua atenção para o futuro, que deve ser escrito sobre três prismas: responsabilidade, estímulo às pesquisas científicas e esperança. Atacou também o argumento da falta de resultados das pesquisas: “não ter resultados ainda não é motivo para proibição (das pesquisas com embriões), mas sim de incentivo à comunidade científica”.
Foi durante a sustentação de Oscar Vilhena Vieira que as alguns críticos das pesquisas começaram a se mostrar mais tensos. “A questão não é definir o começo da vida – a Corte Suprema dos EUA desistiu de dizer quando ela começa – mas sim de saber se o embrião pode ser comparado a uma pessoa”. E comparou: “a Constituição Federal não fez nenhuma referência à vida antes do nascimento e não há afronta grave à Constituição, porque a lei aqui questionada busca a otimização da vida”.
Luís Roberto Barroso era o mais esperado da tarde. Iniciou defendendo a sociedade pluralista e a diversidade de pensamentos: “Deus nos livre do pensamento e da moral única” e justificou: “a lei é equilibrada e razoável, as pesquisas só serão feitas se os casais autorizarem, quem não quiser, não será obrigado”. A polêmica foi maior ao se posicionar por uma definição filosófica e não científica do momento de início da vida, não sem destacar que tal questionamento seria irrelevante para esta discussão, “porque o direito brasileiro só admite o uso de embriões inviáveis ou congelados há mais de três anos, que não representam vida em potencial”.
Sobre os embriões congelados, Barroso sustentou que mantê-los perenemente congelados até o descarte ou jogá-los fora em vez de utilizá-los para pesquisas não seria ético: “se a ação for julgada procedente, as pesquisas serão cessadas, mas os embriões já existentes ficarão no mesmo lugar”. E finalizou: “todas as entidades científicas relevantes apóiam as pesquisas, a imprensa idem, inclusive em editoriais, e 75% da opinião pública é favorável. O Supremo não é um tribunal para si mesmo, ele faz interlocuções com a sociedade. Se a dúvida quanto à constitucionalidade for razoável, a decisão tem que ser favorável à lei”.
Parte 2: Expectativas e primeira surpresa
Já dentro do salão, algumas observações interessantes. Depois da divulgação do famoso chat entre ministros da Corte no julgamento da denúncia do mensalão, os fotógrafos foram impedidos de circular pelo Plenário. Agora, ficam todos num tablado atrás de quatro fileiras de cadeiras, o suficiente para boas imagens dos ministros, mas não para bisbilhotar. Os cinegrafistas então, nem isso. Somente a TV Justiça teve autorização para filmar a sessão, liberando as imagens às demais emissoras.
Às 14h todas as partes já se encontravam em seus devidos lugares na primeira fileira, com exceção do advogado-geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, que só adentrou no Plenário às 14h15, juntamente com os ministros da Casa. Também na primeira fileira, o ex-procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, autor da ação. Logo de início, um aviso claro e objetivo da presidente Ellen Gracie: a Suprema Corte não admitiria manifestações da platéia em nenhum sentido. Foi então passada a palavra ao relator, ministro Carlos Ayres Britto que, em aproximadamente 20 minutos traçou o histórico da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3.510, que pretende a revogação do art. 5º da Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005).
Enquanto o atual procurador-geral Antonio Fernando de Souza defendia a procedência da ação, explicando que discussões sobre o exato momento do início da vida acompanham toda história da humanidade e sustentando que a proteção constitucional à vida não se limita à interpretação restritiva do direito privado (início com o nascimento com vida), a primeira surpresa da tarde: discretamente, o ministro Joaquim Barbosa se ausentou do Plenário e não mais retornou. De acordo com alguns colegas da imprensa, ele tem sofrido de dores na coluna, o que lhe dificulta permanecer na mesma posição por longo período. Como o ministro esteve presente durante a leitura do relatório, registre-se, poderá votar neste processo.
Antonio Fernando de Souza ainda lembrou das controvérsias jurídicas e éticas em diversos países e rechaçou – sem citar nomes – a posição externada pelo ministro da Saúde José Gomes Temporão, de que a proibição das pesquisas com células-tronco embrionárias colocaria o país numa era de obscurantismo. Defendeu, por fim, a utilização de células-tronco adultas e das localizadas no líquido amniótico e na placenta.
Às 14h todas as partes já se encontravam em seus devidos lugares na primeira fileira, com exceção do advogado-geral da União, ministro José Antonio Dias Toffoli, que só adentrou no Plenário às 14h15, juntamente com os ministros da Casa. Também na primeira fileira, o ex-procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, autor da ação. Logo de início, um aviso claro e objetivo da presidente Ellen Gracie: a Suprema Corte não admitiria manifestações da platéia em nenhum sentido. Foi então passada a palavra ao relator, ministro Carlos Ayres Britto que, em aproximadamente 20 minutos traçou o histórico da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3.510, que pretende a revogação do art. 5º da Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005).
Enquanto o atual procurador-geral Antonio Fernando de Souza defendia a procedência da ação, explicando que discussões sobre o exato momento do início da vida acompanham toda história da humanidade e sustentando que a proteção constitucional à vida não se limita à interpretação restritiva do direito privado (início com o nascimento com vida), a primeira surpresa da tarde: discretamente, o ministro Joaquim Barbosa se ausentou do Plenário e não mais retornou. De acordo com alguns colegas da imprensa, ele tem sofrido de dores na coluna, o que lhe dificulta permanecer na mesma posição por longo período. Como o ministro esteve presente durante a leitura do relatório, registre-se, poderá votar neste processo.
Antonio Fernando de Souza ainda lembrou das controvérsias jurídicas e éticas em diversos países e rechaçou – sem citar nomes – a posição externada pelo ministro da Saúde José Gomes Temporão, de que a proibição das pesquisas com células-tronco embrionárias colocaria o país numa era de obscurantismo. Defendeu, por fim, a utilização de células-tronco adultas e das localizadas no líquido amniótico e na placenta.
Parte 1: Junto com os estudantes
(foto: José Cruz, da Agência Brasil)
Não é fácil assistir a uma sessão de repercussão nacional no Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). O auditório do prédio, construído há décadas, possui apenas 250 lugares que, embora sejam mais que suficientes para as sessões normais, não comportam todos os interessados em acompanhar julgamentos históricos, como o que se iniciou ontem.
É certo que a atenciosa e eficiente equipe da assessoria de imprensa do STF ofereceu a este blog um lugar na sala de imprensa, localizada no 1º andar, com telão e computadores de uso livre. Mas, ao contrário dos outros tribunais, assistir a uma sessão no Pleno do STF é uma experiência única, pois a platéia fica muito próxima das partes e mesmo dos ministros, sendo possível visualizar até mesmo seus semblantes.
Assim, a saída foi chegar à Praça dos Três Poderes às 12h15, duas horas antes do início da sessão. Quando cheguei, aproximadamente uns 30 estudantes de Direito das faculdades de Brasília já estavam lá, orientados por seus professores da importância do julgamento. A fila cresceu num ritmo constante e, às 13h30, horário de abertura dos portões, já havia gente suficiente para lotar o salão. Advogados, estudantes, muitos jornalistas e ativistas favoráveis às pesquisas, que distribuíam gérberas laranjas e amarelas, símbolo da campanha (ao lado, imagem da campanha do Correio Braziliense).Como visto na foto que abre este primeira parte (marcada com uma seta), a estratégia – embora cansativa – deu certo. Consegui lugar na segunda fileira, de frente para o Plenário, logo atrás das cadeiras reservadas para os advogados das partes e representantes da CNBB e de ONGs interessadas no julgamento, chamadas tecnicamente de amicus curiae (amigos da Corte).
terça-feira, 4 de março de 2008
Vale a leitura! (Edição nº 65)
– “A decisão só pode ser uma” – Editorial de O Estado de S.Paulo de hoje (4/3), sobre as pesquisas com células-tronco;
– “Advogados evitam apelo religioso no caso de pesquisa com embriões” – Reportagem d’O Estado de S.Paulo de 4/3;
– “A favor da ciência” – Editorial da Folha de S.Paulo de 2/3, também sobre as células-tronco (retirado do Jornal da Ciência da SBPC);
– “Ingrid Betancourt e os outros reféns” – Coluna do jornalista Mauro Santayana, no Jornal do Brasil de 29/2;
– “A Lei de Imprensa, ora a Lei de Imprensa” – Artigo de Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 26/2;
– “Jornalismo capivara e o velório das ossadas” – Artigo do repórter especial do Consultor Jurídico Cladio Julio Tognolli, no Observatório da Imprensa (26/2);
– Confira as três listas sêxtuplas enviadas pela OAB-SP ao TJ/SP para preenchimento das vagas do quinto constitucional.
– “Advogados evitam apelo religioso no caso de pesquisa com embriões” – Reportagem d’O Estado de S.Paulo de 4/3;
– “A favor da ciência” – Editorial da Folha de S.Paulo de 2/3, também sobre as células-tronco (retirado do Jornal da Ciência da SBPC);
– “Ingrid Betancourt e os outros reféns” – Coluna do jornalista Mauro Santayana, no Jornal do Brasil de 29/2;
– “A Lei de Imprensa, ora a Lei de Imprensa” – Artigo de Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 26/2;
– “Jornalismo capivara e o velório das ossadas” – Artigo do repórter especial do Consultor Jurídico Cladio Julio Tognolli, no Observatório da Imprensa (26/2);
– Confira as três listas sêxtuplas enviadas pela OAB-SP ao TJ/SP para preenchimento das vagas do quinto constitucional.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Vale a leitura! (Edição nº 64)
– “Depósito de vidas – cadeia é o maior símbolo da incapacidade humana” – Entrevista com o criminalista Luís Guilherme Vieira, no Consultor Jurídico de 24/2;
– “A reforma tributária possível” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 24/2;
– “Desafios para o Poder Judiciário” – Artigo do advogado René Ariel Dotti, na Folha de S.Paulo de 24/2, sobre as ações movidas por fiéis da Igreja Universal (republicado no Consultor Jurídico);
– “Ministro do STF concede liminar que revoga artigos da Lei de Imprensa” – Reportagem d’O Globo Online de 22/2;
– Íntegra da liminar do ministro Carlos Ayres Britto suspendendo a aplicação de artigos da Lei de Imprensa (ADPF 130);
– “BC lança no fim do mês nova versão da penhora on-line” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 22/2 (reproduzida no blog Espaço da Notícia Jurídica);
– “Caso de homofobia gera multa de R$ 15 mil no interior de SP” – Matéria de O Globo de 21/2.
– “A reforma tributária possível” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 24/2;
– “Desafios para o Poder Judiciário” – Artigo do advogado René Ariel Dotti, na Folha de S.Paulo de 24/2, sobre as ações movidas por fiéis da Igreja Universal (republicado no Consultor Jurídico);
– “Ministro do STF concede liminar que revoga artigos da Lei de Imprensa” – Reportagem d’O Globo Online de 22/2;
– Íntegra da liminar do ministro Carlos Ayres Britto suspendendo a aplicação de artigos da Lei de Imprensa (ADPF 130);
– “BC lança no fim do mês nova versão da penhora on-line” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 22/2 (reproduzida no blog Espaço da Notícia Jurídica);
– “Caso de homofobia gera multa de R$ 15 mil no interior de SP” – Matéria de O Globo de 21/2.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Fiéis da Igreja Universal processam jornais
A última semana foi marcada, entre outros assuntos, pela divulgação de que fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus estariam impetrando ações judiciais contra os jornais Folha de S.Paulo (SP), O Globo (RJ), Extra (RJ) e A Tarde (BA). O dado que mais impressiona é que seriam mais de 50 processos, apresentados em juízos de diferentes cidades, espalhadas por diversos Estados brasileiros, como forma de dificultar a defesa. Pior, pelo menos uma jornalista – Elvira Lobato, da Folha – seria, pessoalmente, ré em várias dessas ações.
A mídia não tardou em denunciar a má-fé da Igreja liderada pelo bispo Edir Macedo e, de forma mais ampla, a tentativa de intimidação da imprensa. Segundo as reportagens, as ações indenizatórias foram movidas por fiéis que se sentiram ofendidos pelo tratamento dispensado pelos jornais à sua religião. Apontou a Folha de S.Paulo que “a mesma terminologia, os mesmos argumentos e situações se repetiam”, o que configuraria – de plano – um movimento “orquestrado pela cúpula da igreja”.
O editor deste blog tem por norma desconfiar sempre quando toda a imprensa se posiciona no mesmo lado para atacar determinada pessoa ou fato. Ao que tudo indica, parece haver abuso no exercício do direito de ação, principalmente se demonstrado que se tratam de ações repetitivas, em que apenas os nomes dos ofendidos e outros pequenos detalhes sejam trocados. Caso reste configurado o abuso, que o Judiciário saiba repeli-lo com firmeza. O que consideramos prematuro é, neste momento, qualificar a atitude como má-fé, visando objetivo ilegal e, como já afirmado, “fogueiras da Inquisição acesas em múltiplos lugares”.
Criativa mesmo, neste episódio, foi a interpretação dada pelos jornalistas Raymundo Costa e Cristiano Romero, do Valor Econômico. Para eles, o Presidente da República deu força a um movimento no Partido dos Trabalhadores que discute há semanas utilizar a mesma tática de espalhar ações por todo o país sempre que Lula ou o PT se sentirem ofendidos por uma reportagem. Num exercício de futurologia explícito, os autores ainda previram que os petistas aprimorarão a tática, pois impetrarão ações com textos diferentes em cada Estado, para não serem taxados de litigantes de má-fé! (veja em “Ações da Universal encorajam PT” – Valor Econômico de 21/2, copiada do blog Acerto de Contas)
A mídia não tardou em denunciar a má-fé da Igreja liderada pelo bispo Edir Macedo e, de forma mais ampla, a tentativa de intimidação da imprensa. Segundo as reportagens, as ações indenizatórias foram movidas por fiéis que se sentiram ofendidos pelo tratamento dispensado pelos jornais à sua religião. Apontou a Folha de S.Paulo que “a mesma terminologia, os mesmos argumentos e situações se repetiam”, o que configuraria – de plano – um movimento “orquestrado pela cúpula da igreja”.
O editor deste blog tem por norma desconfiar sempre quando toda a imprensa se posiciona no mesmo lado para atacar determinada pessoa ou fato. Ao que tudo indica, parece haver abuso no exercício do direito de ação, principalmente se demonstrado que se tratam de ações repetitivas, em que apenas os nomes dos ofendidos e outros pequenos detalhes sejam trocados. Caso reste configurado o abuso, que o Judiciário saiba repeli-lo com firmeza. O que consideramos prematuro é, neste momento, qualificar a atitude como má-fé, visando objetivo ilegal e, como já afirmado, “fogueiras da Inquisição acesas em múltiplos lugares”.
Criativa mesmo, neste episódio, foi a interpretação dada pelos jornalistas Raymundo Costa e Cristiano Romero, do Valor Econômico. Para eles, o Presidente da República deu força a um movimento no Partido dos Trabalhadores que discute há semanas utilizar a mesma tática de espalhar ações por todo o país sempre que Lula ou o PT se sentirem ofendidos por uma reportagem. Num exercício de futurologia explícito, os autores ainda previram que os petistas aprimorarão a tática, pois impetrarão ações com textos diferentes em cada Estado, para não serem taxados de litigantes de má-fé! (veja em “Ações da Universal encorajam PT” – Valor Econômico de 21/2, copiada do blog Acerto de Contas)
Deputado quer fim de exame da OAB
O deputado federal Jair Bolsonaro é o autor do Projeto de Lei 2.426/07, que prevê o fim da necessidade de aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que o bacharel em Direito possa livremente exercer a advocacia.
De acordo com o palamentar do PP fluminense, é inconstitucional a exigência de aprovação no exame da OAB para o exercício da profissão, uma vez que compete somente às faculdades reconhecidas pelo MEC a qualificação dos alunos para tal mister.
O projeto está apensado ao PL 5.054/05, ambos tramitando perante a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As informações são da Agência Câmara.
Confira a íntegra do PL 2.426/07.
De acordo com o palamentar do PP fluminense, é inconstitucional a exigência de aprovação no exame da OAB para o exercício da profissão, uma vez que compete somente às faculdades reconhecidas pelo MEC a qualificação dos alunos para tal mister.
O projeto está apensado ao PL 5.054/05, ambos tramitando perante a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. As informações são da Agência Câmara.
Confira a íntegra do PL 2.426/07.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Aos leitores do Blog do Nassif
Por conta de meu comentário, que virou post no Blog do Nassif, vários leitores dele que ainda não conheciam o Direito na Mídia estão acessando este blog. Desejando boas-vindas a todos, aqui vai uma pequena explicação sobre o projeto.
Direito na Mídia começou a circular em setembro de 2006, como um boletim semanal encaminhado por email a leitores previamente cadastrados. Com textos concisos e formato leve - duas páginas feitas em Word e salvas em PDF -, o boletim pretende discutir algumas das principais reportagens de interesse jurídico publicadas na mídia nos dias anteriores.
No final de cada edição, há sempre a seção Vale a leitura!, com indicação de reportagens e artigos jurídicos. Este blog nasceu em decorrência do boletim, no início apenas para dar acesso direto aos links das leituras indicadas. Adepto do copyleft, passei a divulgar versões abertas dos textos indicados, sempre indicando a fonte original e o site de onde tirei a cópia, em geral serviços de clipping de associações e outras entidades.
A partir da edição de 19.02.08, este blog passa a contar também com textos especiais, que não caberiam no boletim, e postados no decorrer da semana.
Para receber o boletim Direito na Mídia em seu email, às terças-feiras, sem nenhum custo, basta digitar seu endereço eletrônico no espaço à direita, logo abaixo do meu perfil, e clicar em "Participe". Uma mensagem de confirmação será encaminhada a seu email, bastando seguir as instruções. Atenção: uma vez cadastrado, APENAS o boletim será enviado, semanalmente, a seu email e os demais leitores sequer terão acesso a seus dados. Privamos pela sua privacidade.
Confira a última edição do boletim (em PDF).
Todas as edições ficam arquivadas no Google Grupo Direito na Mídia.
Boa leitura!
Direito na Mídia começou a circular em setembro de 2006, como um boletim semanal encaminhado por email a leitores previamente cadastrados. Com textos concisos e formato leve - duas páginas feitas em Word e salvas em PDF -, o boletim pretende discutir algumas das principais reportagens de interesse jurídico publicadas na mídia nos dias anteriores.
No final de cada edição, há sempre a seção Vale a leitura!, com indicação de reportagens e artigos jurídicos. Este blog nasceu em decorrência do boletim, no início apenas para dar acesso direto aos links das leituras indicadas. Adepto do copyleft, passei a divulgar versões abertas dos textos indicados, sempre indicando a fonte original e o site de onde tirei a cópia, em geral serviços de clipping de associações e outras entidades.
A partir da edição de 19.02.08, este blog passa a contar também com textos especiais, que não caberiam no boletim, e postados no decorrer da semana.
Para receber o boletim Direito na Mídia em seu email, às terças-feiras, sem nenhum custo, basta digitar seu endereço eletrônico no espaço à direita, logo abaixo do meu perfil, e clicar em "Participe". Uma mensagem de confirmação será encaminhada a seu email, bastando seguir as instruções. Atenção: uma vez cadastrado, APENAS o boletim será enviado, semanalmente, a seu email e os demais leitores sequer terão acesso a seus dados. Privamos pela sua privacidade.
Confira a última edição do boletim (em PDF).
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Boa leitura!
Luis Nassif X Veja

*créditos da imagem no final do texto
Um dos objetivos do Direito na Mídia, desde sua criação (no início apenas na forma de boletim semanal) é a discussão sobre o que sai publicado na imprensa. O foco, como não poderia deixar de ser, são as matérias jurídicas, mas, vez por outra, destacamos um tema que - aparentemente - foge do ramo do direito.
É o caso da série de reportagens que vem sendo publicada contra a revista Veja pelo jornalista Luis Nassif, em seu blog. Já são 13 capítulos e, ao que consta, sem previsão de término. A leitura é altamente recomendável para quem quer conhecer mais dos bastidores da imprensa. Há implicações jurídicas que apimentam o trabalho, como a reportagem sobre o ex-presidente do STJ, Edson Vidigal e a participação de advogados no que Nassif qualifica como "assassinatos de reputação".
Três pontos merecem reflexão:
1. Não consegui apurar, até agora, nenhuma resposta concreta da Veja ou da editora Abril contra as acusações. A revista tem se limitado a desqualificar o acusador;
2. O restante da mídia nacional - com exceção da internet - não está cobrindo o tema, de relevância jornalística indiscutível. Nem mesmo as revistas concorrentes;
3. A tática da Abril parece ser a busca do Judiciário. Segundo o site Comunique-se, já foram ou estão em vias de ser impetradas 6 ações contra Nassif e o portal IG: duas por Eurípedes Alcântara (diretor de redação), duas por Lauro Jardim (editor especial), uma por Mário Sabino (redator-chefe) e a última movida pela própria Abril.
Confira a série completa no blog do Nassif. Os textos estão listados na coluna esquerda, logo abaixo do quadro "quem é Luis Nassif".
(*imagem: foto de Nassif retirada do site www.revistaview.com.br; capa emblemática de Veja (2.11.05) sobre a "criativa" história dos dólares de Cuba; montagem: Direito na Mídia)
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Homenagem

(foto: site do Superior Tribunal de Justiça)
MINISTRO HÉLIO QUAGLIA BARBOSA
No último dia 1°, a magistratura brasileira perdeu um de seus expoentes, o ministro Hélio Quaglia Barbosa, do STJ. Sinto-me um privilegiado, por, junto com outros três assessores, ter feito parte de sua equipe desde o primeiro dia dos três anos e meio de STJ. Trabalhar com o ministro Hélio representou um aprendizado diário, de direito, justiça, ética, humanidade e humildade. Se, por um lado, ele não hesitava em elogiar um trabalho bem feito, lado outro, não deixava de corrigir e, às vezes, alterar por completo uma minuta de voto que entendesse inadequada ou que não representasse a solução mais justa para uma demanda. Respeitado não só por seus pares, recebia bem advogados e partes, o que pode ser medido pelas palavras do presidente da AASP, Márcio Kayatt, para quem "a advocacia perdeu um amigo". Exemplo de conduta e de retidão, o falecimento do ministro Hélio deixa uma lacuna difícil de ser preenchida na vida de seus familiares, amigos e de todos os que com ele conviveram. Neste triste ano, a quarta-feira de Cinzas veio antes do sábado de Carnaval.
Ricardo Maffeis - assessor do ministro Hélio Quaglia Barbosa
(Texto escrito originalmente em 5/2/2008 e publicado no Migalhas de 7/2/2008. Homenagem de Direito na Mídia ao ministro Hélio, leitor e incentivador do boletim desde sua primeira edição.)
"Os dois lados da Carta"

(imagem publicada no site unificado.com.br)
A Constituição Federal de 1988, conhecida como Constituição cidadã, se encontra às vésperas do aniversário de vinte anos. O jornal Valor Econômico, em seu caderno Eu& de 15 de fevereiro, publicou extensa reportagem sobre a Carta de 1988. Intitulada "Os dois lados da Carta", a reportagem de capa se divide em diversas sub-reportagens, com os seguintes títulos: "Sob uma Constituição inacabada", "O pêndulo do dr. Ulysses Guimarães", "Os avanços e os recuos", "Uma Carta com estabilidade", "Período era de turbulência", "Lula: PT concordou pro forma" e, finalmente, a entrevista com o ministro da Defesa, Nelson Jobim: "Não se pensava em pagar a conta".
A íntegra, você confere nos links abaixos:
- primeira parte (clipping da Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro);
- segunda parte (clipping do site Defesa@Net).
Vale a leitura! (Edição nº 63)
– “Projeto de Eduardo Suplicy propõe férias menores na magistratura” – Reportagem do Jornal do Commercio de 18/2 (clipping da OAB-RJ);
– “A desordem da Ordem esbarrou no STJ” – Coluna do jornalista Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo e no Globo de 17/2 (republicada no Migalhas);
– “Fim do quinto constitucional divide juristas” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 16/2;
– “STJ versus OAB, um impasse difícil” – Coluna do advogado Walter Ceneviva, Folha de S.Paulo de 15/2 (clipping da Fenapef);
– “TST julga cobrança de honorários advocatícios” – Reportagem do Valor Econômico de 14/2 (clipping da Anamatra);
– “Cartéis: em busca do acordo perfeito” – Artigo do advogado e nosso leitor André Marques Gilberto, Valor Econômico de 13/2 (clipping do Partido Democratas).
– “A desordem da Ordem esbarrou no STJ” – Coluna do jornalista Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo e no Globo de 17/2 (republicada no Migalhas);
– “Fim do quinto constitucional divide juristas” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 16/2;
– “STJ versus OAB, um impasse difícil” – Coluna do advogado Walter Ceneviva, Folha de S.Paulo de 15/2 (clipping da Fenapef);
– “TST julga cobrança de honorários advocatícios” – Reportagem do Valor Econômico de 14/2 (clipping da Anamatra);
– “Cartéis: em busca do acordo perfeito” – Artigo do advogado e nosso leitor André Marques Gilberto, Valor Econômico de 13/2 (clipping do Partido Democratas).
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 62 - última de 2007)
- "Pinheiro Neto traça novos rumos" - Interessante reportagem sobre a tradicional banca, O Estado de S.Paulo de 10/12;
- "STF publica primeiras decisões que aplicam repercussão geral" - Valor Econômico de 7/12 (clipping da Fenafisp);
- "EM SP, depósito judicial vai ficar com o estado" - Gazeta Mercantil de 7/12 (clipping de Lourenço Adv. Associados);
- "Deputados defendem fim da Lei de Imprensa e têm apoio de Chinaglia" - O Globo On Line de 7/12;
- "Prejuízos por causa de abusos" - Reportagem sobre a penhora on line, Correio Braziliense de 6/12 (clipping do Ministério do Planejamento);
- "Sete bancas brasileiras lideram em fusões" - Gazeta Mercantil de 6/12 (clipping da OAB - São Bernardo do Campo);
- "Processos julgados por crimes de Internet duplicam em 2007" - DCI de 4/12 (Clipping Express).
- "STF publica primeiras decisões que aplicam repercussão geral" - Valor Econômico de 7/12 (clipping da Fenafisp);
- "EM SP, depósito judicial vai ficar com o estado" - Gazeta Mercantil de 7/12 (clipping de Lourenço Adv. Associados);
- "Deputados defendem fim da Lei de Imprensa e têm apoio de Chinaglia" - O Globo On Line de 7/12;
- "Prejuízos por causa de abusos" - Reportagem sobre a penhora on line, Correio Braziliense de 6/12 (clipping do Ministério do Planejamento);
- "Sete bancas brasileiras lideram em fusões" - Gazeta Mercantil de 6/12 (clipping da OAB - São Bernardo do Campo);
- "Processos julgados por crimes de Internet duplicam em 2007" - DCI de 4/12 (Clipping Express).
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 61)
- "Copa de 2014 no Brasil já agita escritórios de advocacia" - Gazeta Mercantil de 3/12 (clipping eletrônico AASP);
- "Falências caem com nova lei" - Valor Econômico de 3/12 (clipping do Partido Democratas);
- "Falta tempo para audiências" - Jornal do Commercio de 30/11 (clipping da OAB/RJ);
- "ICMS devolvido será pequeno para população" - Valor Econômico de 30/11 (clipping do Portal da Classe Contábil);
- "A cobrança de impostos sobre a bagagem do viajante procedente do exterior" - Artigo de Soraia Monteiro da Matta, Migalhas de 3/12;
- "Vôo 3459 da TAM" - Artigo de Jorge Luiz Souto Maior, Migalhas de 29/11.
- "Falências caem com nova lei" - Valor Econômico de 3/12 (clipping do Partido Democratas);
- "Falta tempo para audiências" - Jornal do Commercio de 30/11 (clipping da OAB/RJ);
- "ICMS devolvido será pequeno para população" - Valor Econômico de 30/11 (clipping do Portal da Classe Contábil);
- "A cobrança de impostos sobre a bagagem do viajante procedente do exterior" - Artigo de Soraia Monteiro da Matta, Migalhas de 3/12;
- "Vôo 3459 da TAM" - Artigo de Jorge Luiz Souto Maior, Migalhas de 29/11.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 60)
– “Mulher em cela de homem é comum, diz governadora” – Entrevista da governadora do Pará sobre o caso da adolescente que passou quase um mês presa numa cela masculina, no blog de Josias de Souza em 24/11. Para Josias, “Deus é brasileiro, mas não sabe onde fica o Pará”;
– “Reflexões sobre o Supremo Tribunal Federal” – Artigo do advogado Ovídio Rocha Barros Sandoval, no Migalhas de 27/11;
– “Google quer armazenar arquivos online” – Reportagem do The Wall Street Journal Americas de 27/11;
– “Cresce a disputa por talentos nos escritórios” – Reportagem do Valor Econômico de 26/11 (clipping eletrônico AASP);
– “O iG e o linchamento do suíço” – Coluna de Mario Vitor Santos, ombudsman do portal IG, em 26/11;
– “A Lei nº 11.232 e os honorários advocatícios” – Artigo do advogado André Guskow Cardoso, no Valor Econômico de 23/11 (clipping da RC Molon Assessoria Jurídica);
– “Ives Gandra vê ilegalidade. Appobato apóia ação do Estado” – Matéria de O Estado de S.Paulo de 23/11, repercutindo a operação De Olho na Placa.
– “Reflexões sobre o Supremo Tribunal Federal” – Artigo do advogado Ovídio Rocha Barros Sandoval, no Migalhas de 27/11;
– “Google quer armazenar arquivos online” – Reportagem do The Wall Street Journal Americas de 27/11;
– “Cresce a disputa por talentos nos escritórios” – Reportagem do Valor Econômico de 26/11 (clipping eletrônico AASP);
– “O iG e o linchamento do suíço” – Coluna de Mario Vitor Santos, ombudsman do portal IG, em 26/11;
– “A Lei nº 11.232 e os honorários advocatícios” – Artigo do advogado André Guskow Cardoso, no Valor Econômico de 23/11 (clipping da RC Molon Assessoria Jurídica);
– “Ives Gandra vê ilegalidade. Appobato apóia ação do Estado” – Matéria de O Estado de S.Paulo de 23/11, repercutindo a operação De Olho na Placa.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 59)
– “O que se espera do MEC” – Editorial do Estadão de 20/11, defendendo a aplicação de sanções às faculdades de Direito com péssimos cursos;
– “Nova estratégia da AGU tenta dar fim aos juros em desapropriações” – Reportagem do Valor Econômico de 19/11 (clipping do escritório Monteiro&Barbosa Associados);
– “Livro resgata autos do assassinato de Euclides da Cunha” – Matéria do Consultor Jurídico de 19/11;
– “Ainda o caso Cunha Lima” – Interessante artigo do desembargador aposentado Francisco César Rodrigues, no Migalhas de 19/11;
– “Serviço de atendimento ao cliente evita briga na justiça” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 16/11 (clipping eletrônico da AASP);
– “Serra muda modelo e concessão do Rodoanel será pelo menor pedágio” – Matéria do Valor Econômico de 14/11 (reproduzida no UOL Últimas Notícias);
– “Justiça torna rotulagem de transgênicos mais rigorosa” – Reportagem do Valor Econômico de 13/11 (reproduzida na Agência CT - do Ministério da Ciência e Tecnologia).
– “Nova estratégia da AGU tenta dar fim aos juros em desapropriações” – Reportagem do Valor Econômico de 19/11 (clipping do escritório Monteiro&Barbosa Associados);
– “Livro resgata autos do assassinato de Euclides da Cunha” – Matéria do Consultor Jurídico de 19/11;
– “Ainda o caso Cunha Lima” – Interessante artigo do desembargador aposentado Francisco César Rodrigues, no Migalhas de 19/11;
– “Serviço de atendimento ao cliente evita briga na justiça” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 16/11 (clipping eletrônico da AASP);
– “Serra muda modelo e concessão do Rodoanel será pelo menor pedágio” – Matéria do Valor Econômico de 14/11 (reproduzida no UOL Últimas Notícias);
– “Justiça torna rotulagem de transgênicos mais rigorosa” – Reportagem do Valor Econômico de 13/11 (reproduzida na Agência CT - do Ministério da Ciência e Tecnologia).
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 58)
– “A restrição do acesso aos tribunais superiores evitará colapso” – Editorial do Consultor Jurídico de 12/11;
– “Combate a monopólio divide Cade e Camex” – Reportagem do Valor Econômico de 12/11 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Lei contra os estagiários” – Editorial d’O Estado de S.Paulo de 12/11;
– “Empresas mantêm seu sigilo bancário no Supremo Tribunal” – Matéria do DCI de 12/11 (clipping da assessoria Original123);
– “Acusados recorrem aos mais renomados e caros advogados” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 10/11 (clipping do site do Partido Democratas);
– “OAB divulga lista dos 26 candidatos à vaga de ministro do STJ” – Nota do Migalhas de 8/11.
– “Combate a monopólio divide Cade e Camex” – Reportagem do Valor Econômico de 12/11 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Lei contra os estagiários” – Editorial d’O Estado de S.Paulo de 12/11;
– “Empresas mantêm seu sigilo bancário no Supremo Tribunal” – Matéria do DCI de 12/11 (clipping da assessoria Original123);
– “Acusados recorrem aos mais renomados e caros advogados” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 10/11 (clipping do site do Partido Democratas);
– “OAB divulga lista dos 26 candidatos à vaga de ministro do STJ” – Nota do Migalhas de 8/11.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 57)
– “STF adia decisão sobre julgamento de Ronaldo Cunha Lima” – Reportagem do site G1 de 7/11;
– “O grande desafio é inovar sempre” – Entrevista com o presidente da AASP, Sérgio Pinheiro Marçal, no jornal Tribuna do Direito de novembro;
– “Tribunal receberá todos os tipos de petições pela internet” – Notícia do site do STJ de 6/11;
– “Fazenda enviará devedores à Serasa em janeiro” – Reportagem do Valor Econômico de 7/11 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Consórcios, Licitações Públicas e o Controle de Concentração Econômica do CADE” – Artigo de Cristianne Zarzur e Ricardo Pastore, no Migalhas de 7/11;
– “Procuradores defendem controle externo da OAB” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 31/10 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Planejamento tributário de private equity agita bancas” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 31/10 (transcrito da Revista Fiscolegis).
– “O grande desafio é inovar sempre” – Entrevista com o presidente da AASP, Sérgio Pinheiro Marçal, no jornal Tribuna do Direito de novembro;
– “Tribunal receberá todos os tipos de petições pela internet” – Notícia do site do STJ de 6/11;
– “Fazenda enviará devedores à Serasa em janeiro” – Reportagem do Valor Econômico de 7/11 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Consórcios, Licitações Públicas e o Controle de Concentração Econômica do CADE” – Artigo de Cristianne Zarzur e Ricardo Pastore, no Migalhas de 7/11;
– “Procuradores defendem controle externo da OAB” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 31/10 (clipping do Ministério do Planejamento);
– “Planejamento tributário de private equity agita bancas” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 31/10 (transcrito da Revista Fiscolegis).
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 56)
– “Supremo determina aplicação da lei de greve dos trabalhadores privados aos servidores públicos” – Matéria do Migalhas de 29/10;
– “Entrevista – Ellen Gracie, Presidente do STF” – Jornal do Commercio de 29/10 (texto reproduzido pelo Clipping Eletrônico da AASP);
– “Advogados têm contas bloqueadas para garantir dívidas dos cientes” – Reportagem de Zínia Baeta, para o Valor Econômico de 26/10 (texto reproduzido pela revista Justilex);
– “Mudanças na legislação penal” – Editorial do Estado de S.Paulo de 26/10, que gerou grande descontentamento na comunidade jurídica;
– “As perguntas que não querem calar” – Coluna de Maria Inês Nassif, editora de Opinião do Valor Econômico (25/10) sobre o “papel de legislador” do STF (texto reproduzido pelo site do Ministério do Planejamento);
– “Advogados devem superar influência de marqueteiros nas campanhas” – Reportagem do Valor Econômico de 22/10 (texto reproduzido pelo site da ADPF);
– “Do jeito que está, é melhor que o Senado seja extinto” – Artigo de Ives Gandra Martins, na Gazeta Mercantil de 17/10 (texto reproduzido pelo Consultor Jurídico).
– “Entrevista – Ellen Gracie, Presidente do STF” – Jornal do Commercio de 29/10 (texto reproduzido pelo Clipping Eletrônico da AASP);
– “Advogados têm contas bloqueadas para garantir dívidas dos cientes” – Reportagem de Zínia Baeta, para o Valor Econômico de 26/10 (texto reproduzido pela revista Justilex);
– “Mudanças na legislação penal” – Editorial do Estado de S.Paulo de 26/10, que gerou grande descontentamento na comunidade jurídica;
– “As perguntas que não querem calar” – Coluna de Maria Inês Nassif, editora de Opinião do Valor Econômico (25/10) sobre o “papel de legislador” do STF (texto reproduzido pelo site do Ministério do Planejamento);
– “Advogados devem superar influência de marqueteiros nas campanhas” – Reportagem do Valor Econômico de 22/10 (texto reproduzido pelo site da ADPF);
– “Do jeito que está, é melhor que o Senado seja extinto” – Artigo de Ives Gandra Martins, na Gazeta Mercantil de 17/10 (texto reproduzido pelo Consultor Jurídico).
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 55)
– “Uma revolução silenciosa no Supremo” – Entrevista com o ministro Gilmar Mendes, no Valor Econômico de 18/10 (reproduzida no site Consultor Jurídico, de livre acesso);
– “A imprensa tem trabalho bem, diz o chefe do MP de São Paulo” – Entrevista com Rodrigo Pinho, para o Observatório da Imprensa de 16/10;
– “Fortunas em paraísos fiscais” – Reportagem do Jornal do Brasil de 22/10;
– “Governo aperta fiscalização e metas nas rodovias federais recém-privatizadas” – Reportagem de O Globo de 22/10 (cortesia do blog do Luis Nassif);
– “Plano antigo ameaça 13 milhões de conveniados” – Reportagem do Jornal da Tarde de 22/10, sobre decisão judicial que autorizou a Sul América a reajustar seus planos, comentada na edição passada;
– “A forma e o conteúdo” – Artigo do procurador de Justiça Sérgio Roxo da Fonseca, no Migalhas de 22/10, sobre a interposição de recursos antes de iniciado o prazo;
– “Aumentam ações por crime virtual” – Reportagem do Valor Econômico de 22/10 (para assinantes).
– “A imprensa tem trabalho bem, diz o chefe do MP de São Paulo” – Entrevista com Rodrigo Pinho, para o Observatório da Imprensa de 16/10;
– “Fortunas em paraísos fiscais” – Reportagem do Jornal do Brasil de 22/10;
– “Governo aperta fiscalização e metas nas rodovias federais recém-privatizadas” – Reportagem de O Globo de 22/10 (cortesia do blog do Luis Nassif);
– “Plano antigo ameaça 13 milhões de conveniados” – Reportagem do Jornal da Tarde de 22/10, sobre decisão judicial que autorizou a Sul América a reajustar seus planos, comentada na edição passada;
– “A forma e o conteúdo” – Artigo do procurador de Justiça Sérgio Roxo da Fonseca, no Migalhas de 22/10, sobre a interposição de recursos antes de iniciado o prazo;
– “Aumentam ações por crime virtual” – Reportagem do Valor Econômico de 22/10 (para assinantes).
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 54)
– “Governo pede constitucionalidade de ICMS da Cofins” – Reportagem do Consultor Jurídico de 16/10;
– “Novas regras de estágios podem impactar empresas e estudantes” – Reportagem do Valor Econômico de 15/10 (clipping eletrônico AASP);
– “Os honorários advocatícios nas recentes reformas processuais” – Artigo do advogado Bruno V. Carrilho Lopes, no Migalhas de 15/10;
– “Ações contra a imprensa” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 15/10;
– “Judicialização não é um avanço, mas uma distorção” – Editorial do Valor Econômico de 11/10 sobre a interferência do STF nas questões políticas (para assinantes);
– “JT tem competência em ação de cobrança de honorários de advogado” – Reportagem do Migalhas de 11/10;
– “Multa para recurso que atrasa processo pode aumentar” – Notícia da Agência Câmara de 8/10.
– “Novas regras de estágios podem impactar empresas e estudantes” – Reportagem do Valor Econômico de 15/10 (clipping eletrônico AASP);
– “Os honorários advocatícios nas recentes reformas processuais” – Artigo do advogado Bruno V. Carrilho Lopes, no Migalhas de 15/10;
– “Ações contra a imprensa” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 15/10;
– “Judicialização não é um avanço, mas uma distorção” – Editorial do Valor Econômico de 11/10 sobre a interferência do STF nas questões políticas (para assinantes);
– “JT tem competência em ação de cobrança de honorários de advogado” – Reportagem do Migalhas de 11/10;
– “Multa para recurso que atrasa processo pode aumentar” – Notícia da Agência Câmara de 8/10.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 53)
– “Decisão do Supremo sobre infiéis pode impactar causas tributárias” – Reportagem de Fernando Teixeira, no Valor Econômico de 9/10 (para assinantes);
– “Limonge diz que leis penais brasileiras nascem do pânico” – Matéria do Consultor Jurídico de 8/10, com o presidente do TJ/SP;
– “Solução anômala” – Editorial da Folha de S.Paulo de 6/10, sobre a decisão do STF no caso da fidelidade partidária (para assinantes do jornal ou do UOL);
– “Apagão no 190 some com provas” – Denúncia do jornalista Marcelo Godoy, d’O Estado de S.Paulo de 5/10, sobre a apuração de 104 casos de homicídios envolvendo policiais na reação aos ataques do PCC;
– “Reforma vai reduzir ações contra Cade” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 5/10 (clipping eletrônico da AASP);
– “Supremo decide que infidelidade partidária pode gerar perda de mandato” – Notícia publicada no site do STF em 4/10;
– “Chip viola privacidade, dizem advogados” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 4/10 (para assinantes do jornal ou do UOL).
– “Limonge diz que leis penais brasileiras nascem do pânico” – Matéria do Consultor Jurídico de 8/10, com o presidente do TJ/SP;
– “Solução anômala” – Editorial da Folha de S.Paulo de 6/10, sobre a decisão do STF no caso da fidelidade partidária (para assinantes do jornal ou do UOL);
– “Apagão no 190 some com provas” – Denúncia do jornalista Marcelo Godoy, d’O Estado de S.Paulo de 5/10, sobre a apuração de 104 casos de homicídios envolvendo policiais na reação aos ataques do PCC;
– “Reforma vai reduzir ações contra Cade” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 5/10 (clipping eletrônico da AASP);
– “Supremo decide que infidelidade partidária pode gerar perda de mandato” – Notícia publicada no site do STF em 4/10;
– “Chip viola privacidade, dizem advogados” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 4/10 (para assinantes do jornal ou do UOL).
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 52)
– “Boletim Direito na Mídia comemora aniversário de um ano” – Reportagem do Consultor Jurídico de 27/9, sobre o primeiro ano de circulação deste boletim;
– “STF de novo pode ceder à tentação de legislar” – Editorial do Valor Econômico de 2/10, sobre o julgamento da fidelidade partidária (para assinantes);
“Mau exemplo no exame da OAB” – Reportagem-denúncia do Jornal do Brasil de 1º/10;
– “93 anos” – Íntegra de decisão do juiz de Diamantino (MT) em processo que teve seu início em 1914, no Migalhas de 1º/10;
– “Ministros batem boca em sessão do Supremo” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 28/9;
– “STJ unifica entendimento sobre locação de imóveis” – Reportagem do Valor Econômico de 28/9 (para assinantes);
– “Governador do DF ‘demite’ o gerúndio por decreto” – Coluna do blog do jornalista Josias de Souza, sobre o curioso Decreto 28.314/07, do DF;
– “37 piores cursos de Direito do País formam 3,5 mil alunos por ano” – Matéria do Estado de S.Paulo de 27/9;
– “Prender é bom, soltar é ruim” – Interessante coluna do jornalista Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 25/9.
– “STF de novo pode ceder à tentação de legislar” – Editorial do Valor Econômico de 2/10, sobre o julgamento da fidelidade partidária (para assinantes);
“Mau exemplo no exame da OAB” – Reportagem-denúncia do Jornal do Brasil de 1º/10;
– “93 anos” – Íntegra de decisão do juiz de Diamantino (MT) em processo que teve seu início em 1914, no Migalhas de 1º/10;
– “Ministros batem boca em sessão do Supremo” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 28/9;
– “STJ unifica entendimento sobre locação de imóveis” – Reportagem do Valor Econômico de 28/9 (para assinantes);
– “Governador do DF ‘demite’ o gerúndio por decreto” – Coluna do blog do jornalista Josias de Souza, sobre o curioso Decreto 28.314/07, do DF;
– “37 piores cursos de Direito do País formam 3,5 mil alunos por ano” – Matéria do Estado de S.Paulo de 27/9;
– “Prender é bom, soltar é ruim” – Interessante coluna do jornalista Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 25/9.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 51)
– “Brasil avalia se OCDE vale a pena” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 20/9 (link não disponibilizado);
– “Justiça define uso da Convenção de Montreal em ações contra as aéreas” – Reportagem do Valor Econômico de 20/9 (para assinantes);
– “Golpe nos governos caloteiros” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 19/9;
– “O MEC e o ensino jurídico” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 17/9;
– “Prerrogativas ameaçadas no mundo” – Entrevista com Paulo Lins e Silva, no Jornal do Commercio de 17/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “Para empresas, redução de contribuição ao INSS em troca de tributo eleva carga” – Matéria do Valor Econômico de 13/9 (para assinantes);
– “Mantega desautoriza proposta da Receita Federal” – Reportagem do Valor de 13/9 (para assinantes);
– “Governo estuda criação de novo imposto” – Reportagem do Valor Econômico de 12/9 (para assinantes).
– “Justiça define uso da Convenção de Montreal em ações contra as aéreas” – Reportagem do Valor Econômico de 20/9 (para assinantes);
– “Golpe nos governos caloteiros” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 19/9;
– “O MEC e o ensino jurídico” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 17/9;
– “Prerrogativas ameaçadas no mundo” – Entrevista com Paulo Lins e Silva, no Jornal do Commercio de 17/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “Para empresas, redução de contribuição ao INSS em troca de tributo eleva carga” – Matéria do Valor Econômico de 13/9 (para assinantes);
– “Mantega desautoriza proposta da Receita Federal” – Reportagem do Valor de 13/9 (para assinantes);
– “Governo estuda criação de novo imposto” – Reportagem do Valor Econômico de 12/9 (para assinantes).
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Vale a leitura! Especial - os melhores textos do 1º ano (Edição nº 50)
- "Lugar de advogado falar é nos autos, diz ministra do STJ" - Reportagem do Consultor Jurídico de 8/5/07;
- Íntegra do parecer de Luís Roberto Barroso em defesa das pesquisas com células-tronco, no Migalhas de 26/4/07;
- "Lei internacional vive era mais sombria da história, diz Rezek" - Entrevista com Francisco Rezek, na Folha de S.Paulo de 28/2/07 (para assinantes do jornal ou do UOL);
- "O Supremo fortalecido" - Editorial de O Estado de S.Paulo de 21/2/07;
- "A imprensa julga e condena" - Coluna de Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 5/12/06;
- "A melhor reforma tributária é não fazer nada por 10 anos" - Entrevista com Hugo de Brito Machado, no Consultor Jurídico de 5/11/06;
- "Mudam os procuradores, os métodos continuam os mesmos" - Coluna de Luis Nassif, em seu blog, 17/10/06 (atenção: apesar do link estar correto, o blog está direcionando para a página atual);
- "Decisões mostram que risco de hacker é do cliente do banco" - Reportagem do Valor Econômico de 4/10/06 (para assinantes).
- Íntegra do parecer de Luís Roberto Barroso em defesa das pesquisas com células-tronco, no Migalhas de 26/4/07;
- "Lei internacional vive era mais sombria da história, diz Rezek" - Entrevista com Francisco Rezek, na Folha de S.Paulo de 28/2/07 (para assinantes do jornal ou do UOL);
- "O Supremo fortalecido" - Editorial de O Estado de S.Paulo de 21/2/07;
- "A imprensa julga e condena" - Coluna de Carlos Brickmann, no Observatório da Imprensa de 5/12/06;
- "A melhor reforma tributária é não fazer nada por 10 anos" - Entrevista com Hugo de Brito Machado, no Consultor Jurídico de 5/11/06;
- "Mudam os procuradores, os métodos continuam os mesmos" - Coluna de Luis Nassif, em seu blog, 17/10/06 (atenção: apesar do link estar correto, o blog está direcionando para a página atual);
- "Decisões mostram que risco de hacker é do cliente do banco" - Reportagem do Valor Econômico de 4/10/06 (para assinantes).
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 49)
– “Decisão do STF alivia calote bilionário dos precatórios” – Reportagem de capa do Valor Econômico de 11/9 (para assinantes);
– “Pinheiro Neto lidera ranking de bancas” – Matéria da Gazeta Mercantil de 11/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “TAM perde sexto recurso no STJ e deve indenização por acidente ocorrido em 1983” – Matéria do site do STJ de 6/9;
– “Desafio para 2008 é o foco no cidadão – Começou a funcionar o peticionamento eletrônico do TJ-SP” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 10/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “O TST fortalecido” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 9/9;
– “Vale informa ao Cade que ficará com Ferteco” – Reportagem do Valor Econômico de 6/9 (para assinantes);
– “O MPE poderia ‘ter dormido sem essa’!” – Editorial do Jornal da Tarde de 5/9, sobre o caso do promotor Thales Schoedl.
– “Pinheiro Neto lidera ranking de bancas” – Matéria da Gazeta Mercantil de 11/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “TAM perde sexto recurso no STJ e deve indenização por acidente ocorrido em 1983” – Matéria do site do STJ de 6/9;
– “Desafio para 2008 é o foco no cidadão – Começou a funcionar o peticionamento eletrônico do TJ-SP” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 10/9 (clipping eletrônico da AASP);
– “O TST fortalecido” – Editorial de O Estado de S.Paulo de 9/9;
– “Vale informa ao Cade que ficará com Ferteco” – Reportagem do Valor Econômico de 6/9 (para assinantes);
– “O MPE poderia ‘ter dormido sem essa’!” – Editorial do Jornal da Tarde de 5/9, sobre o caso do promotor Thales Schoedl.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 48)
– “O Brasil nunca teve um ministro como ele” – Reportagem de capa da Veja desta semana, sobre o Ministro Joaquim Barbosa;
– “Ele já devia ter sido expulso há muito tempo” – Reportagem do site Última Instância, com o Procurador-Geral de Justiça de SP (3/9);
– “O erro dos procuradores” – Editorial da Folha de S.Paulo de 3/9, sobre a decisão do MP paulista com relação ao promotor Thales Schoedl (para assinantes);
– “Reportagem x factóide no novo mundo” – Artigo do jornalista Ricardo Kauffman, sobre a tênue fronteira entre os espaços público e privado, no Terra Magazine de 31/8;
– “Pressão não mudou voto, diz Lewandowski” – Entrevista concedida à Folha de S.Paulo de 31/8 (para assinantes);
– “Privacidade do STF ou liberdade de imprensa” – Artigo do professor Joaquim Falcão, membro do CNJ, na Folha de 28/8 (para assinantes);
– “Seae amplia atuação e analisa desde tarifas bancárias a inflação setorial” – Reportagem de Arnaldo Galvão, para o Valor Econômico de 27/8 (para assinantes).
– “Ele já devia ter sido expulso há muito tempo” – Reportagem do site Última Instância, com o Procurador-Geral de Justiça de SP (3/9);
– “O erro dos procuradores” – Editorial da Folha de S.Paulo de 3/9, sobre a decisão do MP paulista com relação ao promotor Thales Schoedl (para assinantes);
– “Reportagem x factóide no novo mundo” – Artigo do jornalista Ricardo Kauffman, sobre a tênue fronteira entre os espaços público e privado, no Terra Magazine de 31/8;
– “Pressão não mudou voto, diz Lewandowski” – Entrevista concedida à Folha de S.Paulo de 31/8 (para assinantes);
– “Privacidade do STF ou liberdade de imprensa” – Artigo do professor Joaquim Falcão, membro do CNJ, na Folha de 28/8 (para assinantes);
– “Seae amplia atuação e analisa desde tarifas bancárias a inflação setorial” – Reportagem de Arnaldo Galvão, para o Valor Econômico de 27/8 (para assinantes).
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Vale a leitura! Especial chat no STF (Edição nº 47)
– “Isso é uma coisa inconcebível. Juiz não tem direito de antecipar voto” – Entrevista do Ministro Eros Grau ao Estado de S.Paulo de 27/8;
– “Um erro histórico” – Avaliação do ombudsman da Folha de S.Paulo sobre a atuação do jornal, em 26/8 (para assinantes);
– “Os e-mails do STF são filhos do progresso” – Coluna de Elio Gaspari, na Folha de 26/8 (para assinantes);
– “A imprensa fez a coisa certa” – Editorial do Estadão de 25/8;
– “Diálogos expõem influência de Legislativo e Executivo no STF” – Reportagem da Folha de 25/8 (para assinantes);
– “Invasão de privacidade” – Editorial do Jornal do Brasil de 24/8;
– “Guardião do Evangelho ou da Constituição?” – Matéria de Ricardo Noblat sobre o provável novo ministro do STF, no Blog do Noblat, 27/8;
– “Ligado à igreja, ministro deve julgar aborto” – Perfil traçado pela jornalista Silvana de Freitas, da Folha, sobre o provável novo ministro, 27/8 (para assinantes).
– “Um erro histórico” – Avaliação do ombudsman da Folha de S.Paulo sobre a atuação do jornal, em 26/8 (para assinantes);
– “Os e-mails do STF são filhos do progresso” – Coluna de Elio Gaspari, na Folha de 26/8 (para assinantes);
– “A imprensa fez a coisa certa” – Editorial do Estadão de 25/8;
– “Diálogos expõem influência de Legislativo e Executivo no STF” – Reportagem da Folha de 25/8 (para assinantes);
– “Invasão de privacidade” – Editorial do Jornal do Brasil de 24/8;
– “Guardião do Evangelho ou da Constituição?” – Matéria de Ricardo Noblat sobre o provável novo ministro do STF, no Blog do Noblat, 27/8;
– “Ligado à igreja, ministro deve julgar aborto” – Perfil traçado pela jornalista Silvana de Freitas, da Folha, sobre o provável novo ministro, 27/8 (para assinantes).
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 46)
– “A sombra do estado policial” – Reportagem de capa da atual edição de Veja (para assinantes). Para quem não é assinante da revista, confira a íntegra no Migalhas;
– “O ‘cozidão’ do grampo” – Análise do blog de Luis Nassif, sobre a reportagem de Veja, em 20/8;
– “Motoristas que matam não são presos em SP” – Reportagem do Jornal da Tarde de 20/8;
– “Roberto Civita – ‘Eu gosto é de fazer revista’” – Entrevista de Roberto Civita ao site Jornalistas & Cia de 30/7;
– “Na justiça americana o ‘Cansei’ já ganhou” – Coluna do jornalista Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo de 19/8 (para assinantes).
– “O ‘cozidão’ do grampo” – Análise do blog de Luis Nassif, sobre a reportagem de Veja, em 20/8;
– “Motoristas que matam não são presos em SP” – Reportagem do Jornal da Tarde de 20/8;
– “Roberto Civita – ‘Eu gosto é de fazer revista’” – Entrevista de Roberto Civita ao site Jornalistas & Cia de 30/7;
– “Na justiça americana o ‘Cansei’ já ganhou” – Coluna do jornalista Elio Gaspari, na Folha de S.Paulo de 19/8 (para assinantes).
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 45)
– Íntegra da decisão do CNJ que obriga juízes a receber advogados - Cortesia do Migalhas;
– “Dilma quer mudar mandato em agência” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 14/8 (para assinantes);
– “Câmara deve aprovar lei que prevê demissão de dirigentes de agências” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 13/8;
- “Recursos sucessivos entravam processos nos tribunais do país” - Reportagem da Folha de S.Paulo de 13/8 (para assinantes);
– “Desconfiança no metrô” – Editorial da Folha de S.Paulo de 12/8, sobre os problemas das obras da Linha 4 de SP (para assinantes);
– “Direito à saúde, escassez e o Judiciário” – Artigo do advogado Octávio Luiz Motta Ferraz, na Folha de S.Paulo de 10/8 (para assinantes);
– “Preconceito judicante” – Editorial do Estado de S.Paulo de 9/8, sobre a decisão do caso Richarlyson.
– “Dilma quer mudar mandato em agência” – Reportagem da Folha de S.Paulo de 14/8 (para assinantes);
– “Câmara deve aprovar lei que prevê demissão de dirigentes de agências” – Reportagem de O Estado de S.Paulo de 13/8;
- “Recursos sucessivos entravam processos nos tribunais do país” - Reportagem da Folha de S.Paulo de 13/8 (para assinantes);
– “Desconfiança no metrô” – Editorial da Folha de S.Paulo de 12/8, sobre os problemas das obras da Linha 4 de SP (para assinantes);
– “Direito à saúde, escassez e o Judiciário” – Artigo do advogado Octávio Luiz Motta Ferraz, na Folha de S.Paulo de 10/8 (para assinantes);
– “Preconceito judicante” – Editorial do Estado de S.Paulo de 9/8, sobre a decisão do caso Richarlyson.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 44)
– Sentença do caso Richarlyson - Cortesia do UOL e da Folha de S.Paulo (acesso livre);
– “Estudantes de São Paulo dão calote em comerciantes” – Reportagem da Agência Estado, publicada no IG de 7/8, sobre o pindura;
– “Conselho Federal da OAB não irá participar do ‘Cansei’” – Manifestação oficial do Conselho Federal da Ordem, no site da OAB de 6/8;
– “OAB-RJ: depois do ‘cansei’ vem o ‘Fora Lula’” – Entrevista do presidente da OAB-RJ a Paulo Henrique Amorim, em seu blog Conversa Afiada de 2/8;
– “Cansei de ‘basta!’” – Artigo do jornalista Jânio de Freitas, na Folha de S.Paulo de 31/7 (para assinantes).
– “Estudantes de São Paulo dão calote em comerciantes” – Reportagem da Agência Estado, publicada no IG de 7/8, sobre o pindura;
– “Conselho Federal da OAB não irá participar do ‘Cansei’” – Manifestação oficial do Conselho Federal da Ordem, no site da OAB de 6/8;
– “OAB-RJ: depois do ‘cansei’ vem o ‘Fora Lula’” – Entrevista do presidente da OAB-RJ a Paulo Henrique Amorim, em seu blog Conversa Afiada de 2/8;
– “Cansei de ‘basta!’” – Artigo do jornalista Jânio de Freitas, na Folha de S.Paulo de 31/7 (para assinantes).
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 43)
– “A vida ficou mais dura” – Reportagem da Exame nº 896. Na mesma revista, “A guardiã da concorrência” – matéria sobre Elizabeth Farina, presidente do Cade (a primeira matéria é livre, a segunda é exclusiva para assinantes);
– “Suplente é investigado no mesmo escândalo” – Matéria de O Estado de S.Paulo, de 5/7, sobre Gim Argello, suplente de Joaquim Roriz no Senado;
– “Novo Simples tem adesão de 1,3 milhão” – Reportagem da Agência O Globo de 4/7 (publicada no Valor - para assinantes);
– “Recuperação judicial para as empresas cresce 69% até maio” – Reportagem do DCI de 4/7 (site fechado para assinantes, nem mesmo a busca é livre);
– “Alíquota zero de IPI, jurisprudência do Supremo e insegurança jurídica” – Artigo do advogado Eduardo Jacobson Neto, no Valor Econômico de 4/7 (para assinantes);
– “STJ impõe nova derrota às empresas” – Reportagem do Valor Econômico de 28/6 (para assinantes).
– “Suplente é investigado no mesmo escândalo” – Matéria de O Estado de S.Paulo, de 5/7, sobre Gim Argello, suplente de Joaquim Roriz no Senado;
– “Novo Simples tem adesão de 1,3 milhão” – Reportagem da Agência O Globo de 4/7 (publicada no Valor - para assinantes);
– “Recuperação judicial para as empresas cresce 69% até maio” – Reportagem do DCI de 4/7 (site fechado para assinantes, nem mesmo a busca é livre);
– “Alíquota zero de IPI, jurisprudência do Supremo e insegurança jurídica” – Artigo do advogado Eduardo Jacobson Neto, no Valor Econômico de 4/7 (para assinantes);
– “STJ impõe nova derrota às empresas” – Reportagem do Valor Econômico de 28/6 (para assinantes).
terça-feira, 26 de junho de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 42)
– “PF precisa ser controlada para não cometer excessos” – Entrevista com o advogado e ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, na Folha de 25/6 (para assinantes do jornal e do UOL);
– “Estupra, mas não mata” – Coluna de Fernando de Barros e Silva, na Folha de S.Paulo de 25/6 (para assinantes do jornal e do UOL);
– “Asfor Rocha quer concentrar as ações contra juízes no CNJ” – Entrevista com o novo corregedor nacional da Justiça, no Valor Econômico de 22/6 (para assinantes);
– “Regulamentado papel de advogado com lei do divórcio” – Matéria do Consultor Jurídico de 22/6;
– “Alegria e tristeza de um juiz do interior” – Artigo-desabafo do juiz Mário Márcio de Almeida Sousa, no Migalhas de 22/6;
– “AGU ingressou com 20 milhões de ações em 2006” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 20/6 (não foi possível encontrar o link para esta matéria no confuso site da Gazeta);
– “Lista negra do especulador terá como base últimos IPOs” – Interessante reportagem do Valor Econômico de 19/6, sobre as especulações nos lançamento de ações na Bovespa (para assinantes).
– “Estupra, mas não mata” – Coluna de Fernando de Barros e Silva, na Folha de S.Paulo de 25/6 (para assinantes do jornal e do UOL);
– “Asfor Rocha quer concentrar as ações contra juízes no CNJ” – Entrevista com o novo corregedor nacional da Justiça, no Valor Econômico de 22/6 (para assinantes);
– “Regulamentado papel de advogado com lei do divórcio” – Matéria do Consultor Jurídico de 22/6;
– “Alegria e tristeza de um juiz do interior” – Artigo-desabafo do juiz Mário Márcio de Almeida Sousa, no Migalhas de 22/6;
– “AGU ingressou com 20 milhões de ações em 2006” – Reportagem da Gazeta Mercantil de 20/6 (não foi possível encontrar o link para esta matéria no confuso site da Gazeta);
– “Lista negra do especulador terá como base últimos IPOs” – Interessante reportagem do Valor Econômico de 19/6, sobre as especulações nos lançamento de ações na Bovespa (para assinantes).
terça-feira, 19 de junho de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 41)
– “Senado vai acabar aprovando o ‘Bolsa Palhaço’” – Matéria do jornalista Josias de Souza, em seu blog, 18/6;
– “Afinal, para que serve o Senado?” – Coluna de Fernando Rodrigues, na Folha de S.Paulo de 18/6 (retirada do blog do jornalista - leitura livre);
– “Defesa da Lei de Improbidade Administrativa” – Artigo de Rodrigo Rebello Pinho, procurador-geral de Justiça de SP, na Folha de 17/6 (para assinantes do jornal ou do UOL);
– “Municípios vencem disputa por royalties no STJ” – Reportagem do Valor Econômico de 15/6 (para assinantes);
– “Advogados aprovam proposta de ministro do STJ” – Matéria do Valor Econômico de 15/6, sobre o voto do ministro Herman Benjamin na questão do crédito-prêmio IPI (para assinantes);
– “A reforma e a recente evolução do Supremo” – Artigo do advogado Arnoldo Wald, no Valor de 14/6 (para assinantes);
– “Que atire a primeira pedra” – Coluna do jornalista Carlos Brickman, no Observatório da Imprensa de 12/6, sobre as gravações telefônicas.
– “Afinal, para que serve o Senado?” – Coluna de Fernando Rodrigues, na Folha de S.Paulo de 18/6 (retirada do blog do jornalista - leitura livre);
– “Defesa da Lei de Improbidade Administrativa” – Artigo de Rodrigo Rebello Pinho, procurador-geral de Justiça de SP, na Folha de 17/6 (para assinantes do jornal ou do UOL);
– “Municípios vencem disputa por royalties no STJ” – Reportagem do Valor Econômico de 15/6 (para assinantes);
– “Advogados aprovam proposta de ministro do STJ” – Matéria do Valor Econômico de 15/6, sobre o voto do ministro Herman Benjamin na questão do crédito-prêmio IPI (para assinantes);
– “A reforma e a recente evolução do Supremo” – Artigo do advogado Arnoldo Wald, no Valor de 14/6 (para assinantes);
– “Que atire a primeira pedra” – Coluna do jornalista Carlos Brickman, no Observatório da Imprensa de 12/6, sobre as gravações telefônicas.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 40)
- "Crimes na rede" - Editorial da Folha de S.Paulo de 13/6, sobre o substitutivo do senador Azeredo, comentado nesta edição;
- "Novas medidas de desoneração fiscal devem sair esta semana" - Reportagem do Valor Econômico de 12/6 (para assinantes);
- "O planejamento tributário e a elisão fiscal" - Artigo do advogado João Luiz Coelho da Rocha, no Valor de 12/6 (para assinantes);
- "Lei Geral cria responsabilidade solidária" - Matéria do Valor Econômico de 11/6 (para assinantes);
- "No celular ninguém é normal" - Crônica de Tutty Vasques sobre as freqüentes gravações telefônicas 'autorizadas pela Justiça' e reproduzidas nos telejornais, para o site No Mínimo de 9/6;
- "Nota fiscal pode devolver até 30% do ICMS em SP" - Matéria da Folha de S.Paulo de 6/6, sobre interessante projeto do governador José Serra (para assinantes do jornal ou do UOL);
- "Cade já pode fechar acordo para encerrar investigação de cartel" - Reportagem do Valor de 6/6 (para assinantes).
- "Novas medidas de desoneração fiscal devem sair esta semana" - Reportagem do Valor Econômico de 12/6 (para assinantes);
- "O planejamento tributário e a elisão fiscal" - Artigo do advogado João Luiz Coelho da Rocha, no Valor de 12/6 (para assinantes);
- "Lei Geral cria responsabilidade solidária" - Matéria do Valor Econômico de 11/6 (para assinantes);
- "No celular ninguém é normal" - Crônica de Tutty Vasques sobre as freqüentes gravações telefônicas 'autorizadas pela Justiça' e reproduzidas nos telejornais, para o site No Mínimo de 9/6;
- "Nota fiscal pode devolver até 30% do ICMS em SP" - Matéria da Folha de S.Paulo de 6/6, sobre interessante projeto do governador José Serra (para assinantes do jornal ou do UOL);
- "Cade já pode fechar acordo para encerrar investigação de cartel" - Reportagem do Valor de 6/6 (para assinantes).
terça-feira, 5 de junho de 2007
Vale a leitura! (Edição nº 39)
- “O TJSP anistia grevistas” – Editorial de O Estado de S.Paulo de hoje;
- “Juízes reagem a código de ética do CNJ” – Reportagem da Folha de S. Paulo de hoje (para assinantes do jornal ou do UOL);
- “Pedreiro fica preso por crime anterior a seu nascimento” – Matéria da Folha de hoje, de mais um erro judiciário bizarro, ocorrido em Goiânia (para assinantes do jornal ou do UOL);
- “A notificação dos atos de concentração” – Artigo do advogado Pedro Conde Vicentini, no Valor Econômico de 4/6 (para assinantes);
- “Lei do Processo Virtual é questionada” – Reportagem do jornal DCI, de 28/5;
- “Paradoxos das buscas e apreensões da SDE” – Artigo da advogada Ana Carolina Smith, no Valor de 28/5 (para assinantes).
- “Juízes reagem a código de ética do CNJ” – Reportagem da Folha de S. Paulo de hoje (para assinantes do jornal ou do UOL);
- “Pedreiro fica preso por crime anterior a seu nascimento” – Matéria da Folha de hoje, de mais um erro judiciário bizarro, ocorrido em Goiânia (para assinantes do jornal ou do UOL);
- “A notificação dos atos de concentração” – Artigo do advogado Pedro Conde Vicentini, no Valor Econômico de 4/6 (para assinantes);
- “Lei do Processo Virtual é questionada” – Reportagem do jornal DCI, de 28/5;
- “Paradoxos das buscas e apreensões da SDE” – Artigo da advogada Ana Carolina Smith, no Valor de 28/5 (para assinantes).
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